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AERO Magazine

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Edicao 317

AERO Magazine é a revista mais lida por proprietários de aeronaves e pilotos do Brasil, e traz todos os meses os lançamentos e novidades do mercado, orientações para a compra e manutenção de aeronaves, avaliação de aeroportos e da infra-estrutura aeroportuária, artigos técnicos, reportagens históricas e coberturas especiais das principais feiras do mundo. Leia e comprove porque AERO Magazine é a líder em aviação no Brasil.

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
Inner Publishing Net LLC
Periodicidade:
Monthly
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ASSINATURA
US$ 19,99
12 Edições

nesta edição

2 minutos
first class

TRADIÇÃO HEROICA Fabricadas por um tradicional fornecedor da Royal Air Force britânica desde 1943, a bota de voo Haynes & Cann 65 Pilot foi usada por milhares de pilotos da RAF e da Fleet Air Arm durante a Segunda Guerra Mundial. Em couro preto de alta qualidade e com acabamento refinado, o modelo agora está de volta à produção. 150 libras www.transair.co.uk INDOMÁVEL A coleção de relógios Pilot presta uma homenagem à antiga relação da IWC com a aviação. O modelo Top Gun 44,5 milímetros oferece uma caixa interna de ferro maciço para proteção contra interferências eletromagnéticas, além de resistir a baixas pressões atmosféricas e a mergulhos de até 60 metros na água. Extremamente preciso, tem ponteiros luminescentes e três cronógrafos para maior funcionalidade. 7.800 dólares www.iwc.com CAFÉ A BORDO A Wacaco Minipresso GR é uma máquina…

6 minutos
missões secretas e empresas fantasmas

Nas últimas décadas, a aviação comercial regular se tornou uma das atividades de maior visibilidade da indústria aeronáutica. A popularização deu ao transporte aéreo de passageiros um aspecto ordinário e prosaico, reforçado por produções de cinema, televisão e publicidade. O que muitos passageiros dificilmente imaginam é que algumas pacatas empresas aéreas já estiveram envolvidas em ações bastante obscuras e arriscadas a serviço de governos, ou até mesmo em missões ultrassecretas. Reunimos algumas das mais emblemáticas. Yeallow Cake URÂNIO A BORDO No auge da Segunda Guerra Mundial, o governo dos Estados Unidos passou a trabalhar secretamente no projeto Manhattan, que levou à construção da primeira bomba atômica. Na época, conheciam-se no mundo apenas quatro reservas de urânio, a principal matéria-prima para construção do artefato explosivo: uma no estado norte-americano do Colorado, a segunda no…

1 minutos
hidrogênio

PROJETOS AIRBUS A Airbus apresentou o projeto de três aviões com novos desenhos e motores movidos a hidrogênio – um turbofan, um turbo-hélice e um asa-fuselagem. O conceito de propulsão não é novo, mas promete revolucionar o transporte aéreo caso se mostre viável. A Airbus espera desenvolver a primeira aeronave comercial de emissão zero do mundo até 2035, dentro do chamado projeto ZEROe. “O hidrogênio tem uma densidade de energia volumétrica diferente do combustível de aviação, então temos que estudar opções de armazenamento e arquiteturas de aeronaves diferentes das existentes”, explica Jean-Brice Dumont, engenheiro da Airbus. “Isso significa que a aparência visual de nossa futura aeronave com emissão zero mudará”. STARTUP BRITÂNICA A startup britânica ZeroAvia realizou o primeiro voo com uma aeronave propulsada por um sistema abastecido com hidrogênio, utilizando como plataforma…

17 minutos
a volta dos turbo-hélices à ponte aérea

Faço em Campinas, no interior de São Paulo, a apresentação do voo. Acabo de voltar de férias obrigatórias. Tive sorte. Serei o responsável pela última operação dos aviões ATR da Azul na ponte aérea entre Congonhas (CGH/SBSP) e Santos Dumont (SDU/SBRJ), organizada durante o período de interdição da pista principal do aeroporto paulistano para realização de obras de recapeamento – com a consequente suspensão de voos com jatos. Desde 1991, com a aposentadoria dos Electra, a rota Rio-São Paulo não tinha operações exclusivas com turbo-hélices. Reúno-me com o restante da equipe na base para tripulantes do terminal de Viracopos, local mais conhecido como crew desk. Enquanto não recebo o plano de voo, verifico reportes e dados meteorológicos via Notam, Metar e TAF, assim como boletins comuns da operação. Após cumprir todos…

2 minutos
a preparação

A ideia surgiu em maio de 2020, diante da intenção da Infraero de reformar a pista principal de Congonhas. Desde o princípio, sabíamos que não havia limitação por parte dos nossos turbo-hélices ATR para operar na pista auxiliar de CGH, o que valia para distâncias de pouso e decolagem, categoria de aeroporto ou qualquer questão do tipo. Mas precisaríamos de dados mais precisos e solicitamos à nossa engenharia de operações um estudo para avaliar eventuais restrições de peso para decolagem. Pelo trabalho, para as rotas propostas, haveria limitações apenas na pista 17 diante da presença de obstáculos no prolongamento da via, que limitariam os seguimentos de decolagem, mas nada que não pudesse ser contornado. Outro ponto de atenção levantado pela engenharia foram as médias históricas de vento e temperatura, que…

1 minutos
lear 23 teria sido o primeiro vlj?

Uma fábrica nova, criada por um executivo vindo de fora do setor de aviação, lança um jatinho de negócios compacto, de desenho ousado e alto desempenho, por uma fração do preço dos modelos maiores e revoluciona o mercado da aviação geral. Aparentemente, a estratégia da Eclipse ao apresentar o EA500 era uma mera repetição da história de William “Bill” Lear que, em 1963, colocou no mercado o pequeno e revolucionário Learjet 23, pioneiro de uma linhagem lendária de jatos de negócios. Mas o EA500, colocado em serviço em 2006, tinha uma diferença básica em relação ao seu antepassado distante, além da evolução tecnológica. Mesmo que relativamente barato diante dos jatos da sua época, o Learjet 23 custava 600 mil dólares na época do seu lançamento, cerca de 15 vezes o…