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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Dezembro 2017

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$134,55US$80,73
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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a nova realidade dos negócios

Adi Ignatius com James Wan, CEO da Harvard Business Publishing (CHRISTOPHER CHURCHILL) Quando pensamos em realidade aumentada — se é que pensamos —, provavelmente imaginamos monstros do Pókemon Go ou estranhos filtros do Snapchat. Mas a RA, a tecnologia que superpõe imagens digitais ao mundo físico, é muito mais que alguns aplicativos geniais. Como explicam Michael Porter, da Harvard Business Review, e James Heppelmann, CEO da PTC, no Foco desta edição, a tecnologia está preparada para reformular o modo como aprendemos, tomamos decisões e agimos no mundo físico. As implicações para os negócios são estratégicas e impressionantes: a RA “mudará a forma como as empresas se relacionam com os clientes, treinam os funcionários, projetam e criam produtos e até como competem”. Embora ainda na infância, a tecnologia já…

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bem-vindos à era da transformação

A Era da Transformação também inclui um tema cada vez mais debatido, intensificado pela transformação comportamental liderada pelos millennials: a jornada do cliente. Vivemos uma época de inovação, disrupção e transformação sem precedentes. Atualmente, apenas 1% do que poderia estar conectado à Internet está de fato conectado. Estima-se que 50 bilhões de “coisas”, inclusive sensores e chips RFID (identificação por radiofrequência), estarão conectadas à Internet até 2020.Ao mesmo tempo, é projetado que dois bilhões de empregos serão eliminados globalmente até 2030 com a automação de processos nas grandes corporações. Abre-se uma oportunidade inédita para aproveitar melhor as qualidades humanas – criatividade, inteligência emocional – e deixar para as máquinas as tarefas repetitivas e previsíveis. Nesses novos tempos, não importa mais o que sua empresa oferece, mas o que o…

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repense o crowdsourcing

Quando a empresa suíça de refrigerantes Rivella se preparava para lançar um novo sabor em 2012, usou uma plataforma inovadora e aberta para pedir sugestões a seus consumidores. Recebeu 800 respostas. Enquanto eram avaliadas, os gestores notaram que uma em especial — para uma bebida saudável com sabor de gengibre — parecia ser extremamente popular. No entanto, analisando mais profundamente, viram que muito do burburinho acerca daquela proposta vinha de um grupo de participantes que estava trabalhando com afinco para conseguir votos e comentários. “Era um grupo muito pequeno de consumidores que estava mobilizando uns aos outros e fazendo muito barulho”, afirma Silvan Brauen, que supervisionou o canal de inovações da Rivella. Apesar do grande retorno online, a empresa concluiu que o sabor de gengibre iria fracassar no mercado…

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a lanterna e a bússola

Em um safári, no coração da savana africana, às 4 da madrugada, sob céu nublado, a escuridão é total. Ouve-se apenas o som da própria respiração, o palpitar no peito e os movimentos da natureza selvagem. Naqueles instantes, ao deixar a barraca, qualquer ruído na vegetação pode significar um animal inofensivo ou um perigoso predador. Vivi recentemente essa experiência pessoal reveladora. A tensão se rompeu quando um facho de luz rasgou o breu, vindo de uma pequena lanterna trazida pelo guia local, um nativo massai. Aquela lampadinha transformou minha realidade ao mostrar um caminho no negrume. É preciso reconhecer que, em tempos como os nossos, não basta o que sabemos, o que aprendemos com os manuais da literatura especializada, com os cases estudados e enfrentados, e…

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silvan brauen “não confie somente no que é popular”

Por que você optou por crowdsourcing ? Nós não queríamos uma inovação impulsionada pela tecnologia com o acréscimo de um mero fator aleatório na esperança de que os consumidores gostassem. Queríamos fazer coisas diferentes e, mais importante, partir direto do desejo dos consumidores. E até que ponto deu certo? Deu muito certo. Quando fizemos isso pela primeira vez, em 2012, recebemos mais de 800 ideias. Elas variavam das óbvias que nós mesmos poderíamos ter tido até as mais malucas, como bebidas de cores estranhas e aromatizadas com alcaçuz. A diversidade de ideias ampliou nossa imaginação, uma vez que podemos ter pontos obscuros ou ser extremamente influenciados por alguma coisa que tentamos tempos atrás e não funcionou. Como os likes dos consumidores…

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startups quais capacidades o fundador deve priorizar?

Até que ponto programas universitários e MBAs preparam estudantes para lançar empreendimentos tecnológicos? Pesquisadores avaliaram 141 ex-alunos da Harvard Business School que fundaram empresas, a maioria era de criação de capital de risco tecnológico. Eles também questionaram 20 fundadores que não tinham MBA. Os dois grupos disseram que fundadores em potencial devem procurar se tornar gestores “pau para toda obra”, enfatizando a formação e a liderança de equipes e identificando e respondendo às necessidades dos consumidores. Eles fizeram uma lista de capacidades especiais, incluindo finanças e engenharia, como prioridades mais baixas. Um entrevistado observou: “Cada uma dessas especialidades é importante. A questão é para qual delas o CEO vai desenvolver uma expertise pessoal e para qual vai terceirizar para outros membros da equipe fundadora”. ■…

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