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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Janeiro 2018

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$134,55US$80,73
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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rebranding learning

A essa altura do debate, poucos discordarão de um fato: vivemos uma época de inovação, disrupção e transformação sem precedentes. Novas tecnologias, novas relações de trabalho, economia criativa e colaborativa, robotização, a jornada do cliente no centro da estratégia, modelos de negócio em xeque – para citar apenas algumas tendências. Trata-se de um ambiente marcado, ao mesmo tempo, por oportunidades e questionamentos.No entanto, se existem certezas de como agir para acompanhar as mudanças, uma delas é, sem dúvida, investir nas pessoas. Independentemente do desafio, da nova tecnologia implementada ou da nova cultura corporativa almejada, o elemento humano será sempre aquele a conduzir e viabilizar a transformação.Essa constatação ganha ainda mais força quando lembramos que o mundo caminha para uma sociedade de serviços - status já alcançado por vários países.…

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a simbiose entre a estratégia e a responsabilidade social

É cada vez maior a expectativa dos consumidores de que as marcas tenham finalidade social. Como resultado, as empresas estão adotando posturas sociais bem visíveis, como o programa “One for One” da TOMS, que doa calçados e outros artigos por produto vendido. Esses programas podem beneficiar a sociedade e a marca, mas podem também ser um fiasco e até prejudicar as empresas se não forem cuidadosamente administrados.Os professores de marketing Rodríguez Vilá e Sundar Bharadwaj desenvolveram uma abordagem por eles denominada “competição pela finalidade social” que relaciona as aspirações sociais mais ambiciosas da empresa com suas necessidades prementes de crescimento (ver página 50). Estratégias eficazes criam valor quando fortalecem os atributos mais importantes da marca ou quando criam novas adjacências.Ao mesmo tempo, mitigam o risco de associações negativas…

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mapeie as interações dos empregados

Avaliar o modo como uma cultura organizacional é inclusiva envolve mais do que contar o número de empregados dos grupos sub-representados, exige a medição da frequência com que os trabalhadores de diferentes setores de fato interagem. Pesquisadores trabalharam com uma grande empresa de serviços profissionais para criar uma rede de análises que demonstre a quem cada empregado recorre para ajuda, tomadas de decisão ou conselhos — e quais relações eram recíprocas. Os homens superam as mulheres na empresa em uma proporção de 5-1, mas o mapeamento mostra que as mulheres são ainda menos suscetíveis a se envolver em tomadas de decisão e inovações do que sugere a proporção. “Uma rede saudável mostraria mulheres com um número de conexões semelhante ao dos homens, e menos mulheres isoladas na periferia”, afirmam…

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escrever um plano aumenta, de fato, a chance de sucesso

Especialistas em empreendedorismo estão divididos: alguns acreditam que um plano de negócios por escrito é crucial para criar uma startup viável — uma que seja rentável —, ao passo que outros acreditam que é melhor pular essa etapa e começar imediatamente a testar as ideias com os consumidores (como defende Steve Blank em Quando os fundadores passam dos limites, na página XX). Em anos recentes, a última abordagem, popularizada pelo movimento Lean Startup, tem dominado. Mas um novo estudo sugere que planos por escrito têm mais valor do que imaginamos. Pesquisadores examinaram, pelo período de seis anos, 1.088 empreendedores nascidos nos EUA. Eles separaram fundadores que elaboraram planos por escrito dos que não fizeram a mesma coisa e parearam membros de cada grupo de acordo com atributos tais como…

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harvard business review março-abril 1972

“ Em alguns aspectos, o gestor intermediário é o líder de sua unidade que delega, orienta e planeja; contudo, em outros aspectos, ele tem responsabilidades operacionais específicas e deve ‘arregaçar as mangas’ para conseguir resultados e atingir seus objetivos. Assim, ele é tanto um atribuidor quanto um executor, tanto um estrategista como um operador, ou, para usar [uma] analogia esportiva, tanto um treinador quanto um jogador. Por outro lado, seus superiores são frequentemente treinadores e seus subordinados são normalmente jogadores.” “GENERAL MANAGERS IN THE MIDDLE” , DE HUGO E.R. UYTERHOEVEN ■…

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por que as marcas precisam de pontas de estoque?

A sabedoria popular afirma que varejistas usam pontas de estoque para descarregar produtos antigos ou de pouca vendagem para clientes que não podem pagar o preço cheio. Mas um novo estudo revela uma realidade mais complicada. Um pesquisador analisou dados relativos a cinco anos de vendas de uma empresa de moda dos Estados Unidos com centenas de lojas regulares e de ponta de estoque. Ele descobriu que os consumidores das lojas de ponta de estoque e das lojas convencionais têm, na verdade, rendimentos semelhantes; as principais diferenças se encontram no fato de que os primeiros se preocupam menos em ter produtos mais atualizados e estão mais propensos a viajar longas distâncias para economizar dinheiro (pontas de estoque geralmente estão longe dos grandes centros). Como as pontas de estoque absorvem…

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