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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Maio 2018

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$126,75
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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desinvestir para crescer

Nos próximos dois anos, 87% das empresas planejam desinvestir negócios e reorganizar portfólios. O principal impulso é a necessidade de alavancar sua competitividade diante da rápida evolução tecnológica, que as obriga a enfrentar a disrupção e transformar seus modelos de negócio para se adaptarem aos novos perfis de consumo. Tudo isso em um ambiente recorde de fusões e aquisições que atingiu, em janeiro, a máxima histórica dos últimos 18 anos – quando as transações globais somaram US$ 323 bilhões. A conclusão é do estudo “Desinvestimento Corporativo Global 2018”, divulgado recentemente pela EY. A pesquisa reúne, todos os anos, a opinião de 900 executivos de empresas globais e de private equity. Nesta edição, o desinvestimento é retratado como um imperativo estratégico para empresários de todos os setores, somado ao fato de que os…

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o novo mundo do risco

O risco político na esfera corporativa costumava ter significado bem específico. Era o perigo de que algum país tomasse medidas para prejudicar a capacidade das multinacionais de realizar seus negócios. Poderia ser um ditador que confiscasse ativos estrangeiros. Mas como sugerem Condoleezza Rice e Amy Zegart em “A administração do risco político do século 21”, na pág. 54, precisamos ampliar essa definição. Segundo as autoras, “uma grande parte do risco político em todos os países atualmente depende de outros atores: pessoas que usam celular, agentes públicos que promulgam leis municipais, terroristas que detonam caminhões-bomba, funcionários das Nações Unidas que impõem sanções” e muito mais. Rice e Zegart identificam três forças que conduzem a novas ameaças — basicamente as mesmas que estão reformulando os próprios negócios. A primeira: a geopolítica se tornou…

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a revolução do design no agronegócio

O que acontece quando agronegócio e design se unem? Esse interessante diálogo nasce do encontro entre o especialista em agribusiness José Luiz Tejon e o designer de estratégias Marco Zanini. A pergunta fundamental é: o que o design pode fazer pela agroindústria nacional? Para Tejon, o agronegócio do século 21 significa a gestão de toda uma cadeia produtiva, “do gene ao meme”, para utilizar a expressão criada por Richard Dawkins em “O gene egoísta” – ou seja, da genética até a percepção do cidadão, que é o consumidor final. Para Zanini, o design é uma visão sistêmica de como ocorre a inovação hoje. É a criatividade aplicada ao resultado. Oferece uma abordagem transversal, ferramentas, um modus operandi, leveza, permite não abandonar as questões secundárias mantendo foco total no objetivo principal. Para oferecer respostas…

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blockchain: a nova era da colaboração

No curso da história corporativa inúmeras foram as ondas de transformação por que passaram empresas e mercados. Muitas ocorreram sob o mindset da escassez, no qual a “pizza” tem tamanho fixo e ganha quem ficar com o maior pedaço. Essas transformações eram geralmente voltadas para dentro das organizações. Metodologias como downsizing, reengineering, process transformation foram utilizadas para transformar as empresas de dentro para fora na tentativa de capitalizar suas vantagens competitivas e ficar com a maior fatia. Desse modo, processos e sistemas eram repensados e implementados para resolver os problemas operacionais, organizacionais e técnicos dentro das empresas. No ambiente “VUCA” (da sigla em inglês volátil, incerto, complexo e ambíguo), as relações entre clientes, consumidores e competidores mudam a todo instante, assim como mudam as relações de confiança entre eles. Em ambiente…

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os melhores são os articuladores

Em um mundo corporativo utópico, gestores oferecem em profusão um fluxo constante de feedbacks para seus subordinados. Isso é necessário porque tanto empresas como responsabilidades estão mudando rapidamente, o que exige constante aprimoramento dos empregados. A expectativa de discussões frequentes sobre desenvolvimento é motivo por que muitas empresas deixem de lado avaliações anuais de desempenho — uma conversa por ano não é suficiente. No mundo real, porém, coaching constante é raro. Gestores enfrentam muitas exigências e sofrem pressões de tempo, e trabalhar com subordinados para desenvolver suas capacidades tende a ocupar a última posição da lista de afazeres. Uma pesquisa com líderes de RH demonstrou que eles esperam que gestores passem 36% de seu tempo desenvolvendo subordinados, mas uma pesquisa com gestores mostrou que o número real é de apenas 9%…

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na prática jason trujillo “nenhum gestor tem todas as respostas”

Por que você está fazendo essa mudança agora? A transformação cultural da IBM está alinhada com a reinvenção de nosso negócio — quase metade do nossa receita provém de serviços que não possuíamos havia seis anos. Adotamos totalmente o design thinking e metodologia agile, o que muda a forma como trabalhamos e montamos equipes para gerar valor para nossos clientes. Isso requer mais comportamentos articuladores de nossos IBMers. Estamos sistematicamente criando oportunidades de aprendizagem por meio de coaching peer-to-peer. Quais as vantagens dessa abordagem? Ela é mais impulsionada pelo mercado. Com grande frequência equipes de aprendizagem e desenvolvimento se concentram na criação e na produção de novos tipos de programa para funcionários — o incentivo está realmente em torno da criação. Essa abordagem admite que há muito valor na extração, isto…

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