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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Junho 2018

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$133,64
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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não há volta

Pelo que lemos na imprensa, vemos nas mídias sociais e escutamos nas conversas entre amigos e no trabalho, parece que foi assim, de repente, que reformulamos a questão de gênero. Bastou a atriz americana Alyssa Milano tuitar a hashtag #MeToo.Contudo, só parece. A igualdade de gênero, que caminha lado a lado com o fim do assédio sexual, é uma questão que vem sendo tratada com crescente atenção há muitos anos. Acontece que, como pontificou Victor Hugo, nada é tão poderoso quanto uma ideia cuja oportunidade de florescer chegou. Foi o que se viu naquela tarde de domingo em outubro do ano passado. Até aquele momento não havia sido suficiente que a chanceler da Alemanha ou a chefe do FMI fossem mulheres. Não bastara que General Motors, IBM, Lockheed…

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fazer melhor

O design de serviços está chegando ao coração das estratégias de inovação das organizações em todo o mundo. Em nossas conversas com lideranças, o tema é recorrente, mas a pergunta é sempre a mesma: o que o design de serviços pode fazer pelo meu negócio em termos concretos? Para aprofundar a discussão, conversei com José Mello, designer com 25 anos de trajetória, na maior parte em grandes corporações de diversos setores, como Pirelli, Liberty Seguros e Itaú Unibanco. Ele coordena o One Year em Service Design do Instituto Europeu de Design – IED São Paulo. Mello define: “No final, tudo é um serviço na lógica de mercado atual. Cada vez mais, a percepção de…

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encontre a função certa para ex-fundadores

Todo ano milhares de organizações sem fins lucrativos devem substituir um fundador que está deixando a empresa. A sabedoria popular defende a ruptura. Assim, o sucessor fará uso de um poder desimpedido e livre de interferência — a mesma lógica adotada por empresas de capital aberto. Porém um novo estudo descobriu que ganhos consideráveis podem ser obtidos quando se mantêm envolvidos os fundadores de organizações sem fins lucrativos: o sucessor pode não só se beneficiar das capacidades e do conhecimento do líder que está de saída, mas a lealdade de funcionários, do conselho e de financiadores pode ser mais facilmente mantida.Pesquisadores analisaram 106 organizações sem fins lucrativos; avaliaram também mais de 500 fundadores, sucessores, conselheiros e outros a respeito de casos de sucessão e conduziram 49 entrevistas detalhadas. Descobriram…

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responder a mensagens enviadas pelo twitter vale a pena

FONTE WAyNE HUANG ET AL. Usuários do Twitter publicam todos os tipos de opinião, mas um tipo de tweet é particularmente comum: reclamações sobre serviços ruins de atendimento ao cliente. Algumas empresas respondem; outras, não. Com o intuito de melhor entender como essa decisão afeta futuras compras dos consumidores, pesquisadores angariaram mais de 400 mil tweets ligados a serviços de atendimento ao consumidor enviados a empresas aéreas ou a operadoras de telefones celulares dos EUA de março de 2015 a abril de 2016, identificando aqueles que motivaram uma resposta da empresa. Em seguida, eles entrevistaram alguns dos clientes responsáveis pelos tweets juntamente com um grupo de controle cujos membros não haviam tido interação com o serviço de atendimento ao cliente. Entre os consumidores que enviaram mensagens para as empresas…

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o custo real de ser o último da fila

Imagine que você está no caixa de uma mercearia com cinco pessoas à sua frente.Logicamente, não deve fazer diferença se há ou não alguém atrás de você — seu tempo de espera só é influenciado pelo tempo que será gasto para atender as cinco pessoas à sua frente. Mas uma nova pesquisa mostra que as pessoas não gostam de ficar no último lugar da fila — e que isso é má notícia para qualquer negócio que exija que seus clientes formem filas, independentemente de a empresa ser física ou virtual.Em um estudo com 284 clientes de uma mercearia, consumidores que estavam no fim da fila eram quatro vezes mais propensos a mudar de fila do que clientes que contavam com ao menos uma pessoa atrás de si (isso é…

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razões para não mudar de fila

E M U M A SIMULAÇÃO ONLINE COM PARTICIPANTES QUE ESPERAVAM PARA RESPONDER A UMA PESQUISA, A S P ES S OA S (EM QUALQUER POSIÇÃO) MUDARAM DE FILA, EM MÉDIA, 1,27 VEZ, E ALGUMAS MUDARAM UMA DÚZIA DE VEZES OU MAIS.MUDAR UMA OU MAIS VEZES AUMENTAVA, EM MÉDIA, O TEMPO TOTAL DE ESPERA DAS PESSOAS E M M A I S D E 50 . Ir de repente para outra fila não é necessariamente contraproducente: muitos ambientes de espera reais contêm sinais visuais, como a relativa rapidez do caixa, que podem ajudar os clientes a fazer escolhas estratégicas a respeito de quando a mudança significará economia de tempo. Contudo o estudo demonstra que as pessoas mudam mesmo quando tais sinais não existem — e sem eles, não mudar de fila…

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