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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Julho 2018

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$126,75
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

access_time1 minutos
em pé de guerra

“Nenhum investimento em defesa digital pode proteger sistemas vitais de hackers.” A frase é de alguém com as credenciais certas para fazer tal afirmação. Andy Bochman trabalha no Laboratório Nacional de Idaho (INL) como estrategista sênior da malha energética do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Desde o fim da década de 1990, o INL assumiu a liderança na segurança cibernética nos EUA e seus cientistas trabalham incessantemente para driblar as vulnerabilidades de sistemas de controle tanto públicos como privados. O Foco desta edição, que se inicia na página 23, traz uma série de artigos para ajudar as organizações a se protegerem melhor. Mas, para isso, talvez seja necessária uma atuação diferente daquelas comumente sugeridas. O momento exige que as organizações aprendam a pensar como seus adversários, exatamente como diz o…

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encontre o ritmo ideal para o lançamento de produtos

No início do próximo outono no hemisfério norte (setembro), se a tradição for mantida, a Apple lançará um ou mais iPhones — uma revelação que figura entre os maiores eventos do ano em relação ao consumo de eletrônicos. O celular ajudou a fazer da Apple a empresa mais valiosa do mundo, embora a Samsung e outras concorrentes lancem produtos com muito mais frequência. Esse paradoxo levou V. Kumar, professor de marketing da Georgia State University, e seus colegas Amalesh Sharma e Alok Saboo a pensar: se uma empresa deseja maximizar valor para os acionistas, qual é o número ideal de lançamentos em determinado período de tempo? Faz diferença se os lançamentos são espaçados ou agrupados e se um novo produto é similar ao restante dos produtos existentes no portfólio atual…

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na prática ellen donahue-dalton “se você oferece muitos produtos em um curto período de tempo, acaba fazendo numerosas coisas ao mesmo tempo sem dar a devida atenção a nenhuma delas.”

Por que a pesquisa é relevante para seu trabalho? Estamos saindo de um período de 18 meses de lançamento de dez produtos. Isso é duas ou três vezes mais do que normalmente lançaríamos nesse período. Assim, estamos pensando bastante no ritmo e regularidade dos lançamentos, nos recursos necessários e em como aprender com cada lançamento. O que determina a ocasião para lançar um produto? Lançamos softwares muitas vezes por ano, e muitos de nossos lançamentos estão ligados à conferência anual do setor ou ao nosso congresso anual. Quando pensamos sobre ritmo, o maior problema é a capacidade de nossos clientes de absorver os novos produtos. Lançamos, sobretudo, softwares de automação de fluxo de trabalho, e o impacto em nossos clientes quando desses lançamentos é significativo: eles têm de mudar processos operacionais…

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a compatibilidade dos clientes produz satisfação e lucros

Em teoria, toda agência bancária deve ser bem equipada para servir clientes em uma grande variedade de transações, de depósitos a transferências de fundos e ordens de pagamento. Mas uma série de três estudos indica que essa estratégia tem uma desvantagem. Um deles, cujo objetivo era entender o que produz a satisfação dos clientes, examinou 58.294 transações bancárias feitas pessoalmente, descobriu que aproximadamente um quarto da variação da satisfação tinha origem nas diferenças entre os clientes (em vez de, digamos, fatores ligados aos funcionários ou à localização). Para analisarem essas diferenças, os pesquisadores aferiram as avaliações de satisfação dos clientes enviadas por 149.389 pessoas que interagiram com 166 bancos ao longo de cinco anos. Concluíram que quanto mais o perfil do cliente se distancia da imagem típica do cliente de…

access_time7 minutos
feedback negativo raramente leva ao aprimoramento mr. green, defenda seu estudo

Paul Green, candidato a uma vaga de doutorado na Harvard Business School, e dois companheiros de estudo analisaram dados de campo de uma empresa que adotava um processo transparente de avaliação de colegas e dava voz a seus 300 empregados para que definissem o próprio cargo e escolhessem com quem trabalhariam. A análise dos pesquisadores revelou que avaliações críticas de colegas induziram os empregados a ajustar suas funções para atuar ao lado de pessoas que lhes haviam concedido avaliações positivas. A conclusão: GREEN: Quando as pessoas desta empresa receberam o que chamamos de “feedback desfavorável”, tentaram se afastar dos colegas que o ofereceram e procuraram relacionamentos novos e diferentes. E quanto mais negativo era o feedback recebido, mais os empregados tentavam forjar novas redes de contato. Meus colegas Francesca Gino e Bradley…

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presidente do aei fala sobre como medir o impacto das ideias

No verão de 2008, eu trabalhava feliz como professor da Syracuse University quando recebi um telefonema inesperado. Havia um ano o American Enterprise Institute (AIE) — um dos mais antigos e mais conhecidos think tanks do país, onde eu trabalhava em meio período — procurava por um novo presidente. Queriam saber se eu tinha interesse. A indústria de think tanks é muito pequena, por isso não produz seus próprios líderes. Os conselhos nunca têm certeza do tipo de pessoa que deve liderar essas organizações, e a procura por executivos costuma ser difícil. Por acaso, sei que eu não era a primeira opção — nem a segunda nem a terceira. Durante anos lecionei captação de recursos e gestão de organizações sem fins lucrativos, escrevi sobre as matérias, mas nunca havia atuado nessas…

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