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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Agosto 2018

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$126,75
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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a disrupção chega à saúde

Inteligência artificial, realidade aumentada, impressão 3D. Essas tecnologias já estão presentes há alguns anos em diversos setores da economia. Embora esse movimento de inovação constante e acelerada deixe os líderes empresariais em alerta, ele já não assusta. Já na área da saúde, o impacto tem sido poderoso nas poucas instituições pelo mundo afora que somente agora começam a compreender como o uso dessas inovações pode melhorar os resultados para pacientes — com diagnósticos mais precisos e atendimento mais rápido — e instituições, reduzindo custos e aprimorando processos. O Foco desta edição é dedicado a explorar casos de sucesso na busca de caminhos ainda pouco explorados na gestão de saúde. Na página 28, o artigo “Como a TI pode transformar os cuidados de saúde”, os autores indicam por que muitas vezes as instituições…

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o risco de ter funcionários que usam as redes sociais para trabalhar

As redes sociais são uma poderosa ferramenta de comunicação que ajuda os funcionários a compartilhar ideias, resolver problemas e chamar a atenção para produtos e serviços da empresa. Mas isso pode ter preço: pessoas que usam as redes sociais no emprego ficam expostas a outras oportunidades de trabalho e têm maior visibilidade entre recrutadores, o que as torna alvos em potencial da sedução profissional. Uma pesquisa com 277 funcionários de uma empresa de saúde notou diferenças significativas na atitude e no comportamento dos funcionários que usam as redes sociais para trabalhar em relação aos que não as usam. Os resultados dos dois grupos podem ser vistos a seguir. HBR Reprint F1808A–P PARCELA DE ENTREVISTADOS QUE… PAÍSES CUJOS CIDADÃOS USAM MUITOS EMOJIS NO FACEBOOK APRESENTAM ÍNDICES MAIORES DE “FELICIDADE NACIONAL” DO QUE OUTROS. E…

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o lado negro da gratidão

O estudo da psicologia positiva exalta as benesses de expressar gratidão, a ponto de alguns especialistas aconselharem a manutenção de um “diário de gratidão”. Mas há um cenário em que a emoção positiva pode sair pela culatra: durante interações competitivas. Pesquisadores conduziram cinco experimentos para saber como as pessoas reagem quando o interlocutor expressa agradecimento em meio a uma negociação. Em um deles — uma simulação computadorizada na qual os participantes atuam como compradores que negociam o preço de uma mochila —, aqueles cuja primeira oferta suscitou comentários agradecidos depois da contraoferta do vendedor (“Obrigado por sua oferta de US$ 60! Isso é ótimo) fizeram uma segunda oferta mais baixa do que os participantes que receberam comentários neutros (“Recebi sua oferta de US$ 60… aqui está minha contraoferta”). Em outro,…

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falar como seu entrevistador pode fazer com que você seja contratado

Gerentes de RH frequentemente tentam determinar se um candidato vai “se adequar” às normas culturais da empresa, pois essa compatibilidade muitas vezes prevê o sucesso no trabalho. No entanto, tal conduta pode ser problemática: está sujeita a preconceito social e pode levar à falta de diversidade, e os entrevistadores tendem a confiar em características facilmente notáveis, mas irrelevantes, como roupa e corte de cabelo. Com o objetivo de identificar um meio confiável de avaliar a adequação cultural, pesquisadores pediram aos candidatos a emprego numa empresa de tecnologia de médio porte que respondessem a três perguntas dissertativas opcionais como parte da contratação (os entrevistadores nunca chegaram a ver os textos, que não fizeram parte do processo). Usando uma técnica de análise textual padrão, eles compararam os textos dos 353 candidatos que foram…

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até que ponto as intervenções dos consultores são duradouras?

Quando as empresas contratam consultores para ajudá-las a encontrar formas mais eficientes de atuação, elas frequentemente veem um aumento em seu desempenho durante um curto período. Mas esses benefícios permanecem com o passar dos anos? Há muito tempo essa pergunta tem gerado debate e respostas controversas. Defensores do “modo da Toyota” veem tais iniciativas como o início de um ciclo contínuo de melhora, ao passo que outros defendem que, no fim das contas, ao menos dois terços dos esforços de transformação não dão certo. Um novo estudo indica que a resposta está em algum lugar intermediário — e apresenta fatores que podem ajudar empresas a manter um ROI (retorno sobre investimento) em relação às intervenções dos consultores. Começando em 2008, os consultores trabalharam por dois anos com algumas das 28 fábricas…

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conselhos ecológicos

AS PESSOAS COM ALTO ÍNDICE DE SATISFAÇÃO PROFISSIONAL NORMALMENTE FALTAM MENOS AO TRABALHO — MAS EMPREGADOS QUE ATINGEM ALTA PONTUAÇÃO EM UM TESTE SOBRE PROPENSÃO À CULPA TENDEM A IR TRABALHAR MESMO SE NÃO GOSTAM DE SUAS TAREFAS. “CLARIFYING THE LINK BETWEEN JOB SATISFACTION AND ABSENTEEISM: THE ROLE OF GUILT PRONENESS”, DE REBECCA L. SCHAUMBERG E FRANCIS J. FLYNN Um estudo com 1.681 empresas revelou que 82% instruem o conselho a inspecionar riscos e oportunidades ligados ao clima. Atrás desses números encontram-se diferenças geográficas evidentes: as empresas europeias são muito mais propensas a fazer tal exigência do que as de outras regiões.…

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