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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Fevereiro 2019

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$137,24
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

access_time1 minutos
a inovação pode ser menos divertida do que parece

Para muitas pessoas, a expressão “cultura da inovação” evoca noções de um ambiente de trabalho divertido que estimula a experimentação e a colaboração. Mas, na verdade, criar e sustentar essa cultura é realmente difícil porque “as culturas inovadoras não são bem compreendidas”, como afirma Gary Pisano em seu artigo “A dura realidade das culturas inovadoras”, página 64: “Os comportamentos fáceis de obter, que recebem tanta atenção, são apenas um lado da moeda”, escreve. “Eles devem ser contrabalançados por alguns comportamentos mais difíceis e francamente menos divertidos. Tolerância ao fracasso requer intolerância à incompetência. A vontade de experimentar requer rigorosa disciplina. A segurança psicológica requer conforto com franqueza brutal”. Em outras palavras, a criatividade deve ser gerenciada ativamente — e Pisano explica como fazer isso direito. O foco desta edição, que começa…

access_time6 minutos
o preço de licenças mais longas

DADOS DEMOGRÁFICOS O envelhecimento da força de trabalho nos Estados Unidos A população mundial está envelhecendo. E nos Estados Unidos, rapidamente — e as atitudes a respeito do envelhecimento e da aposentadoria estão mudando. Isso tem implicações para empresas e gerentes. Quando as pessoas esperam se aposentar? Quando alguém está “velho demais” para executar um trabalho? Os empregadores devem ajudar as pessoas a se planejar para a vida de aposentado? Para mais informações sobre o assunto, veja HBR.org/aging. EQUILÍBRIO ENTRE VIDA PESSOAL E VIDA PROFISSIONAL O preço de licenças mais longas Estudos mostram que as crianças se beneficiam quando os pais passam mais tempo com elas, e muitos trabalhadores estão fazendo lobby para que empresas e governo aumentem o período de licenças-maternidade e licenças-paternidade. Mas algumas pessoas temem que tirar licença mais longa pode prejudicar…

access_time27 minutos
consentimento não informado

Há três anos o site satírico The Onion publicou um artigo com a manchete “Mulher perseguida obsessivamente em oito websites por causa de um anúncio de sapatos”. Sempre que entrava na internet, a consumidora fictícia via o mesmo anúncio. “A parte mais assustadora”, diz ela na matéria, “é que o site sabia até o número que eu calço.” O texto zombava de uma técnica de marketing digital grosseira, mas cada vez mais comum. Hoje, porém, esse humor parece um pouco datado. A tecnologia foi além dos cookies e do redirecionamento de navegadores, o que permite aos anúncios nos seguir pela internet. Os smartphones agora rastreiam nossa localização física e a proximidade de outras pessoas — e, como os pesquisadores descobriram recentemente, fazem isso até quando desativamos os serviços de localização. É…

access_time2 minutos
leslie k. john

Leslie K. John é professora associada na Harvard Business School. Foi nomeada estrela em ascensão pela Association for Psychological Science, Young Scholar pelo Marketing Science Institute e Fellow de inovação pela Wired. Seus artigos foram publicados em revistas acadêmicas importantes, como Proceedings of the National Academy of Sciences, Psychological Science, Management Science, The Journal of Marketing Research e The Journal of the American Medical Association; e nos principais meios de comunicação, como The New York Times, The Wall Street Journal, Financial Times e Time. Leslie já na infância era fascinada pelos processos de tomada de decisão, quando percebeu algumas peculiaridades nas escolhas de seus pais. Por exemplo, às vezes a mãe dela voltava da mercearia com cinco latas de leite de coco. “Eu perguntava por que ela comprava tantas, e ela…

access_time12 minutos
como exercer o poder que você não pediu

Eu costumava ficar indiferente à maioria das alegações sobre o uso de dados privados para publicidade segmentada, mesmo quando me preocupava com a privacidade de modo geral. Quão intrusivo realmente é um comerciante que me envia um banner de comida de cachorro em vez de comida de gato, uma vez que tinha motivos para acreditar que eu era dono de um cachorro? E qualquer usuário sensível sobre suas informações pessoais poderia simplesmente clicar em um menu e desativar esse tipo de rastreamento. Mas os tempos mudaram. A economia de vigilância digital cresceu em tamanho e sofisticação, mantendo a maior parte de seu aparato de rastreamento diário fora de vista. A reação do público variou de silenciosa a profundamente preocupada, com boa parte dos integrantes do time dos preocupados tão subjugada pela…

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o funcionário rastreado e feliz

Discussões sobre privacidade de dados tendem a focar a dinâmica consumidor/ vendedor. Quais informações pessoais as empresas têm direito de coletar e como elas devem ser usadas e cuidadas? Mas outra dinâmica, entre empregador e trabalhador, suscita questões ainda mais espinhosas. Durante anos, people analytics — ciência do uso de dados para gerir funcionários — baseou-se em detalhes sobre idade, gênero, tempo de casa e classificação em avaliações de desempenho para obter insights. Mas essa coleta irrisória limitava sua utilidade. Mais recentemente, a tecnologia de sensores e a coleta de dados em tempo real produziram excelentes safras de informação de funcionários. Agora, os gestores podem acessar, a cada segundo, feedback sobre o que o funcionário está fazendo e, até certo ponto, o que ele está sentindo. Dados de emails, chats e sistemas…

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