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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Abril 2019

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$132,13
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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tempo ou dinheiro?

HOJE, TRABALHAMOS MENOS horas do que costumávamos, mas nunca nos sentimos tão pressionados pelo tempo. Por quê? Um conjunto crescente de pesquisas mostra que baseamos nossas decisões em dinheiro — métrica ruim para a gestão de tempo. Empregos e recompensas são estruturados para reforçar o estresse de tempo sob o qual vivemos. O resultado: US $ 12 bilhões em perda de produtividade, saúde e outros custos. Ashley Whillans, professora na Harvard Business School, descreve formas como os trabalhadores — e suas empresas — podem recuperar seu tempo, tomando decisões que podem parecer contra intuitivas, mas em última análise, resultam em maior felicidade e produtividade. Seu artigo abre o Foco desta edição (pág 21), cujo tema central é a discussão das razões que nos levaram a ficar totalmente presos ao tempo…

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harvard business review brasil

EDITOR-CHEFE Adi Ignatius EDITORA Amy Bernstein PUBLISHER Joshua Macht DIRETOR-GERAL Edward Crowley EDITORA EXECUTIVA Sarah Cliffe DIRETOR DE ARTE Matthew Guemple EDITORA HBR.ORG Maureen Hoch EDITORES SENIORES Alison Beard, Ania Wieckowski, Curt Nickisch, Daniel McGinn, David Champion, Eben Harrell, Gardiner Morse, Jeff Kehoe, Laura Amico, Lisa Burrell, Melinda Merino, Scott Berinato, Steven Prokesch, Vasundhara Sawhney, Walter Frick EDITORA ASSOCIADA SENIOR Susan Francis EDITORES ASSOCIADOS Courtney Cashman, Dave Lievens, Erica Truxler, Gretchen Gavett, Nicole Torres EDITORAS DE ARTIGOS Amy Meeker, Christina Bortz, Martha Lee Spaulding, Susan Donovan EDITORES CONTRIBUINTES Amy Gallo, Anand P. Raman, Andrew O’Connell, Karen Dillon, Jane Heifetz, John Landry DIRETORA DE PRODUÇÃO EDITORIAL Dana Lissy CONSELHO EDITORIAL José Guimarães Monforte José Luiz Bichuetti Murilo Portugal Pedro Parente PUBLISHER Roberto Müller Filho rmuller@rfmeditores.com.br DIRETORA-GERAL Carolina Martinez carolina@rfmeditores.com.br EDITORA-CHEFE Ana de Magalhães ana@rfmeditores.com.br EDITORA DE ARTE Débora de Bem debora@rfmeditores.com.br PROJETOS ESPECIAIS E PUBLICIDADE Gerente: Daisy Fernandes daisy@rfmeditores.com.br HBR Brasil Channel: Christine Salomão christine@hbrbr.com.br GERENTE DE MARKETING Mariana Monné mariana.monne@rfmeditores.com.br SITE E MÍDIAS SOCIAIS Bruno Ascenso bruno@rfmeditores.com.br CIRCULAÇÃO E ASSINATURA Supervisora: Cláudia Santos claudia@rfmeditores.com.br Vendas: atendimento@rfmeditores.com.br…

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eficiência de escala pode ser um mito

Todo aluno de primeiro ano de ciências contábeis aprende esta lição: à medida que as vendas da empresa crescem, seus custos por unidade devem decrescer, uma vez que custos fixos e operacionais se espalham por um grande número de unidades — fenômeno conhecido como eficiências de escala. Incontáveis planos de negócio baseiam-se nessa hipótese e no corolário de que a margem de lucro aumentará conforme aumentarem as vendas. Mas seriam essas hipóteses ficção das ciências contábeis? Novo estudo sugere que é esse o caso. Pesquisadores examinaram quatro amplos conjuntos de informações — para descobrir como variam a relação custo/venda e as margens de lucro à medida que as empresas crescem. Descobriram que custos e lucros aumentam em proporção próxima à do aumento das vendas, sem a ligeira melhora prevista pelas teorias…

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as pessoas confiam no julgamento dos algoritmos

Mesmo que hoje as empresas recorram cada vez mais a big data para tomar suas decisões, elas frequentemente pressupõem que os indivíduos não farão o mesmo — que as pessoas são receosas em relação aos algoritmos e desejam que conselhos gerados por máquinas tenham um toque humano. Nova pesquisa questionou a sabedoria popular segundo a qual as pessoas não confiam nos algoritmos — e descobriu que ela está amplamente equivocada. Em uma série de seis estudos, foi pedido a 1.260 participantes online que fizessem uma previsão a respeito de tópicos que variavam desde a classificação de músicas de sucesso até a compatibilidade entre usuários de aplicativos de encontros. Eles receberam conselhos sobre os quais lhes foi dito terem sido fornecidos ou por uma pessoa ou por um algoritmo, e tiveram a…

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seguidores tornam-se grandes líderes

É um conselho comum: se você quer ser um líder deve agir como um — exibir domínio e demonstrar que você se destaca em relação a seus colegas. Mas novo estudo indica que, embora tal conduta normalmente o conduza a uma posição de liderança, ela pode também prejudicar sua capacidade de liderar. Pesquisadores acompanharam 218 recrutas da Infantaria Real envolvidos em um programa de treinamento que terminou com dois recrutas e seus comandantes votando naquele que apresentara a maior capacidade de liderança. Ao longo de todo o programa, os recrutas periodicamente davam notas para a própria identificação com papéis de liderança e de seguidores; sua capacidade de liderança, bem como a de seguir ordens, foi avaliada também por seus comandantes; e sua capacidade de liderança, pelos colegas. Os recrutas que se…

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descontos acumulados prejudicam a rentabilidade

Varejistas às vezes oferecem promoções em que “empilham” descontos: 20% de desconto com mais um adicional de 25%. Estudos realizados no passado demonstraram que isso pode aumentar a receita, pois a matemática em série frequentemente confunde os compradores, fazendo com que superestimem o desconto total. Novo estudo lança um olhar mais holístico sobre essa tática, examinando se descontos acumulados aumentam as receitas e fazem com que os custos globais dos varejistas sejam maiores. Em um experimento, pesquisadores pediram aos participantes que imaginassem estar comprando um colar de US$ 1 mil. Alguns deles receberam desconto acumulado, ao passo que outros tiveram desconto simples. Foi pedido a eles que estimassem o preço líquido e avaliassem a probabilidade de fazer a compra; depois, que imaginassem ter comprado o colar; o recibo lhes foi mostrado…

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