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Negócios & Finanças
Harvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Maio 2019

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
Periodicidade:
Monthly
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ASSINATURA
US$ 101,42
12 Edições

nesta edição

1 minutos
o asg atinge a maturidade

HÁ ANOS OS LÍDERES EMPRESARIAIS admitem que as empresas têm um papel a cumprir na abordagem de desafios urgentes, como as mudanças climáticas e a segurança cibernética. Mas, apesar das boas intenções, esses executivos também reconhecem que os assuntos ambientais, sociais e de governança são uma preocupação secundária para seus maiores investidores. Mesmo que queiram fazer gestão de longo prazo, eles acreditam que o mercado exige prioridade para os resultados trimestrais. Isso está mudando. “A impressão dos líderes de negócios é que, na comunidade de investimentos, o ASG não se tornou mainstream. Essa percepção está desatualizada”, dizem Bob Eccles, da Saïd Business School, e Svetlana Klimenko, do Banco Mundial. Em “A revolução do investidor” (página 50), eles apresentam evidências convincentes de que os investidores institucionais estão tornando o ASG uma prioridade.…

6 minutos
quando escândalos engolem um garoto-propaganda

EM DEZEMBRO DE 2009, profissionais de marketing da Accenture, AT&T, Gatorade, General Motors, Gillette, Nike, TAG Heur e de outras empresas enfrentaram uma situação difícil. Depois que um tabloide divulgou relatos de infidelidade e de uma suposta briga com sua esposa, que terminou em um acidente de carro, Tiger Woods — que possuía contrato de patrocínio com essas empresas — desculpou-se publicamente (ainda que de maneira vaga) por seu comportamento e anunciou que estava se afastando, por tempo indeterminado, do golfe. Os dias subsequentes trouxeram mais histórias indecorosas. As empresas deveriam abandonar Woods ou seguir em frente com os contratos? No decorrer das semanas, investidores das empresas que tinham Tiger Woods como garoto-propaganda perderam US$ 12 bilhões à medida que o preço de suas ações caía. Para os gerentes dessas…

3 minutos
“poucas celebridades são irrepreensíveis”

Por mais de 20 anos, Bob Williams, CEO da Burns Entertainment, fez o casamento entre celebridades e marcas (entre seus acordos: assegurar que a atriz Mila Kunis promovesse a marca de bebidas alcoólicas Jim Beam e conseguir que a estrela da NBA Steph Curry fizesse propaganda para os antiperspirantes Degree). Williams conversou recentemente com a HBR a respeito de como as empresas reagem quando um garoto-propaganda se envolve em um escândalo. Trechos editados a seguir. Até que ponto as empresas se preocupam com os escândalos de seus garotos-propaganda? Há 20 anos o nível de preocupação era um em uma escala de 0 a 10. Atualmente é oito. O marco dessa mudança, para mim, ocorreu no ano de 2003, quando Kobe Bryant foi acusado de assédio sexual [nota do editor: as acusações foram…

2 minutos
o valentão do escritório

Adversários militares e esportivos normalmente observam a personalidade de um líder rival ao pensar em uma atitude competitiva, como um ataque. Na estratégia dos negócios, contudo, esse elemento é raramente estudado; imagina-se que as empresas tomem decisões estratégicas com base em dinâmicas competitivas ou fatores microeconômicos. Um novo estudo observou as relações entre a influência pessoal dos CEOs e a incidência de ataques competitivos contra suas empresas. Tomando como base a teoria de que as vítimas em geral tendem a ser submissas ou pouco afeitas a responder a uma provocação, ou tão provocantes que os rivais atacam preventivamente (pense nas brigas em pátios escolares e nos bares), os pesquisadores codificaram vídeos publicamente disponíveis de 102 CEOs de empresas da Fortune 500 de 2010 a 2016, avaliando cada líder como possuidor de…

6 minutos
ao apresentar uma ideia, lembre-se de que gestos são mais importantes que palavras

Joep Cornelissen, da Erasmus University, e sua equipe pediram a investidores experientes que assistissem a um vídeo de um empreendedor que apresentava um novo aparelho. Foram feitas quatro versões da apresentação: uma delas fazia uso de uma grande quantidade de linguagem figurativa; outra incluía gestos frequentes com as mãos; uma terceira valia-se das duas coisas; e a última não fazia uso nem de uma coisa nem de outra. As pessoas que viram o vídeo que continha apenas a apresentação em que se fazia uso de gestos frequentes mostraram-se, em média, 12% mais interessadas em realizar o investimento. A conclusão: Cornelissen: Nós de fato constatamos que gestos são uma maneira realmente importante de fazer com que investidores acreditem em um aparelho fictício que ajuda as pessoas a se recuperar de lesões causadas…

1 minutos
como os ceos administram o tempo

OUTUBRO DE 2018 CEOs têm uma enormidade de recursos à disposição, mas enfrentam escassez aguda em uma área: tempo. Ao longo de 12 anos, Michael E. Porter e Nitin Nohria, ambos da Harvard Business School, coletaram de 27 executivos informações que equivalem a 60 mil horas, e os entrevistaram extensivamente para entender como alocam esse recurso fundamental. Seu estudo detalhado produziu algumas descobertas surpreendentes e esclareceu quais os trade-offs mais importantes a serem administrados pelos CEOs.…