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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Dezembro 2015

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$134,55US$80,73
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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uma conversa sobre disrupção

(JOHN VON PAMER)Disrupção. Provavelmente a palavra mais usada — e mal usada — no léxico de negócios atualmente. O termo desperta grandes paixões. Steve Jobs declarou ser “extremamente influenciado” pelo livro que apresentou o conceito ao mundo: O dilema da inovação, de Clayton Christensen. Outro fã famoso, Jeff Bezos, CEO da Amazon, exige que todos os seus altos executivos leiam o livro.Depois vêm os difamadores. Jill Lepore, professor de história de Harvard, criticou severamente a teoria da disrupção na New Yorker, no ano passado, chamando as fontes de Christensen de “duvidosas” e sua lógica “questionável”.Neste ano Andrew King, professor da Faculdade de Administração Tuck, do Dartmouth College, e Baljir Baatartogtokh, aluno de pós-graduação da University of British Columbia, submeteram a teoria ao seu próprio teste de esforço e descobriram que…

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colaboradores

“Inovação disruptiva” talvez seja uma das expressões mais usadas atualmente. Nenhuma surpresa, então, que isso tenha sido alvo de críticas nos últimos tempos. Na página 20, Clay Christensen, o professor da Harvard Business School que cunhou este conceito, investiga as desvantagens da adoção do termo de forma tão ampla no cenário cultural. Na vida pessoal, contudo, ele tende a se focar mais nos alunos, na família e na Igreja do que nos sinais do tempo. Na verdade, os mais próximos a ele se surpreendem com o seu grau de alienação em relação à cultura pop. Certa vez, sua assistente, Emily Snyder, o acompanhava ao Tribeca Film Festival, onde Justin Bieber recebia um prêmio por inovação disruptiva.“Sua filha Katie e eu tivemos de dizer a ele quem era o rapaz”, conta…

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integração de equipe no refeitório

(ANDERS WENNGREN)Algumas empresas fazem de tudo para construir vínculos entre os funcionários. Na Seagate Technology, fabricante de drives para disco rígido, por exemplo, o ex-CEO Bill Watkins costumava levar grupos de 200 funcionários para uma corrida de aventura de 40 quilômetros no meio da Nova Zelândia. Jeffrey O’Brien, da Fortune, descreveu a Eco Week da Seagate como uma pep rally (gerador de entusiasmo) que existia não como uma recompensa, mas uma experiência radical de integração. Watkins, nas palavras de O’Brien, “acredita que a Eco Week ajuda a construir uma empresa mais colaborativa, com espírito de equipe”.A maioria dos esforços para integração de equipe é bem mais mundana. Muitas empresas planejam passeios que incluem arborismo e jogos colaborativos. Mesmo essas atividades despendem tempo, atenção e dinheiro. Pior ainda, muitos participantes as…

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“cozinhar se alinha com a forma como trabalhamos.”

Mira Anderson, recrutadora da Enova, prestadora de serviços financeiros online baseada em Chicago, faz parte de uma equipe de 25 colaboradores que ganhou vários membros após uma fusão de departamentos. Para ajudar os novos colegas a se conhecer, ela organizou um evento fora da empresa em uma escola de culinária. A HBR conversou com Anderson recentemente sobre a experiência.Por que você escolheu um evento de culinária? Nossa empresa promove regularmente atividades de integração de equipe. Tentamos ser criativos — minha equipe já fez uma maratona de bares e aula de trapézio. Constatamos que os eventos que envolvem um ambiente casual e comida desenvolvem o companheirismo e fazem com que as pessoas se abram. Há algo de fundamental em sentar junto durante uma refeição. Diria que foi o melhor evento que…

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ética como impedir o superfaturamento

O superfaturamento e outros tipos de fraude são práticas cada vez mais desenfreadas. Porém é possível induzir os vendedores, empreiteiros e funcionários a se tornar mais éticos simplesmente ao mudar a forma como se pede que justifiquem seu trabalho. Concentrar-se em unidades (horas necessárias, tarefas executadas, itens produzidos), em vez de em um preço total, encoraja os fornecedores a prestar contas.É esta a constatação de uma nova pesquisa que envolve estudantes universitários, participantes online e oficinas de reparos de automóveis. No total de quatro estudos, as pessoas se viam 26% a 59% menos propensas a superfaturar se lhes fosse exigido relatar o volume de trabalho concluído ou projetado antes de declarar o valor a ser pago, e não o contrário.Em um estudo, os participantes eram pagos pela execução de conjuntos…

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talento o que faria de uma startup um emprego atraente?

(ANDERS WENNGREN)Toda empresa precisa dos funcionários certos para ser bem-sucedida. Porém, no caso de startups, que ainda não têm seu nome reconhecido e são percebidas como mais arriscadas do que as empresas estabelecidas, atrair pessoas gabaritadas pode ser um desafio ainda maior. Embora pesquisas já tenham analisado o que ativa a percepção dos candidatos em relação a uma marca potencial de empregador, pouca investigação foi feita em relação ao que torna os novos empreendimentos atrativos aos potenciais funcionários.Para preencher essa lacuna, três pesquisadores alemães tentaram descobrir quais são as qualidades não financeiras que mais importam. Concentraram-se em seis atributos: localização, nível percebido de capacidade de inovação da empresa, grau percebido da possibilidade de impacto por parte do funcionário (uma qualidade relacionada a uma nivelação de hierarquia e amplitude de responsabilidade…

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