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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Janeiro 2016

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$134,55
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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o lado sutil do desempenho

(JOHN VON PAMER)Ao buscar construir o ambiente de trabalho ideal, tendemos a nos concentrar em grandes conceitos cerebrais, como propósito e valores compartilhados. Mas isso pode não ser suficiente. Os líderes também precisam cuidar dos sentimentos dos funcionários — é o que dizem Sigal Barsade e Olivia O’Neill. Em “Administre sua cultura emocional” (página 36), as autoras discutem como o estado emocional de um ambiente de trabalho é capaz de influenciar tudo, desde a satisfação do funcionário até a rentabilidade.Esse é o artigo principal no Foco deste mês, sobre a organização emocional, que analisa alguns dos aspectos mais sutis, porém ainda cruciais, do desempenho corporativo. No artigo “Os limites da empatia” (página 46), Adam Waytz defende que, embora altamente valorizada nos dias de hoje, a empatia não é um recurso…

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colaboradores

Sreedhari Desai lembra-se de um momento crucial quando dava uma aula introdutória de comportamento organizacional há alguns anos. “Estávamos falando sobre comportamento antiético e desviante no ambiente de trabalho, e um aluno me questionou”, diz a professora assistente de comportamento organizacional da Kenan-Flagler School of Business da UNC. “O aluno perguntou “Mas como é possível o senhor dizer não ao seu chefe se ele lhe pede que faça algo antiético?”. Era uma pergunta brilhante.” Desai vem pensando nela desde então. Parte da resposta pode ser encontrada no Defenda seu Estudo deste mês (página 16), que nos surpreende pela maneira extremamente simples de evitar ser pego entre o seu holerite e seus princípios. Paul Villinski, filho de um navegador da Força Aérea Americana, é piloto de planadores, parapentes e aviões monomotores.…

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empreendedorismo como unicórneos crescem

Há sete anos a Uber não existia. Há cinco, limitava-se à área de São Francisco. Atualmente, ela oferece traslados em mais de 65 países e neste exato momento vale mais de US$ 50 bilhões. Ao longo de sua trajetória, a empresa acumulou um capital impressionante para financiar sua expansão e afastar a concorrência: captou mais de US$ 8 bilhões com investidores privados.A ascensão meteórica da Uber e de outros “unicórneos” — empresas de participação privada, sustentadas por investimentos de risco e avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais — é considerada sem precedentes. Mas será que é? E isso faz diferença?Pesquisas realizadas pela Play Bigger, uma consultoria do Vale do Silício que trabalha com startups financiadas por capital de risco, confirma que, nos últimos anos, elas realmente estão crescendo mais…

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“ quanto mais recursos você capta, menos valor cria”.

A WhatsApp, que você ajudou a financiar, foi vendida para a Facebook por US$ 19 bilhões, apenas cinco anos depois de ter sido fundada. Esse crescimento é um indicativo de mudanças no mercado? A WhatsApp praticamente não gastou nada com marketing — a comunicação boca a boca foi a responsável pela sua aceitação. E as startups atuais dispõem de lojas de aplicativos e do Google Play, que lhes permite atingir 3 bilhões de consumidores. Pela primeira vez, com os sistemas móveis você pode atingir metade do planeta sem criar um sistema de distribuição.Se as startups não precisam de caixa do capital de risco para o marketing, para que precisam captar tanto? Em nosso portfólio, há uma correlação entre o caixa necessário e a capitalização de mercado de longo prazo —…

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produtividade interrupção das férias

Os americanos têm direito a 21 dias de férias por ano, 2014 em média —, mas uma semana desse período fica em 16,0 aberto. Na verdade, os dias de folga caíram acentuadamente nos últimos anos, como mostra o gráfico acima.Toda essa diligência é recompensada? Não de acordo com um relato de 2014 do Project: time off, que descobriu que trabalhadores com 11 a 15 dias de férias remuneradas não usadas tinham probabilidade 6,5% menor de ter recebido aumento de salário ou de bônus nos três últimos anos do que trabalhadores que aproveitavam todo o período de férias acumulado.Em relação a desligar-se da empresa nas férias, executivos seniores trabalham muito mais que seus funcionários: a probabilidade de passarem certo tempo em uma ou mais atividades de trabalho é duas vezes maior.Parcela…

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compensação consultores realmente aumentam a remuneração do ceo?

(LUCY VIGRASS)Há muitos anos críticos dos salários astronômicos de altos executivos discordam sobre o papel desempenhado pelos consultores de compensações — profissionais contratados para ajudar a calcular o salário justo de CEOs (geralmente usando como referência competidores do setor) e os outros componentes (bônus, participações, benefícios) que formam o pacote de rendimentos dos executivos. Alguns alegam que consultores empresariais têm um motivo para estabelecer os pagamentos em níveis tão elevados: eles querem que os CEOs contratem seus serviços de consultoria e agradar os executivos que possam lhes oferecer outros tipos de consultoria mais lucrativos. Para tornar a questão mais transparente, em 2006 a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) passou a exigir que as companhias identificassem todos os consultores envolvidos na fixação de compensações.Mas os consultores realmente fazem…

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