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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Julho 2017

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$134,55US$80,73
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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vale a pena ser generoso?

A generosidade humana é uma das virtudes mais valorizadas. As religiões exaltam as almas generosas, e a ciência estuda se ajudar o próximo é um prazer genuíno ou uma decisão racional. Pouco importa. Fato é que o ser humano é capaz de tomar decisões e iniciativas que beneficiam os outros mesmo quando geram prejuízos para ele.O altruísmo é a arte de doar, e o bem mais precioso que temos para doar é o tempo. A razão é simples: o tempo não pode ser recuperado.O foco desta edição começa com um artigo de Adam Grant e Reb Rebele sobre como a generosidade no trabalho pode levar à exaustão e prejudicar exatamente as pessoas que queremos ajudar. Tempo e energia são recursos limitados. Assim, é preciso saber doá-los. Por sorte, pesquisas demonstram…

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colaboradores

Reb Rebele conhecia Adam Grant desde 2010, quando estudavam psicologia positiva aplicada na University of Pennsylvania. Eles descobriram que tinham interesses comuns sobre como a ciência comportamental pode melhorar o ambiente de trabalho, mas foi somente depois do lançamento de Dar e receber (Grant, 2013) que resolveram trabalhar juntos. Descobrir como ajudar mais pessoas a ser produtivamente generosas foi um desafio que intrigou os dois, e as pessoas e organizações que pediam ajuda constituíam um laboratório inesperado para testar o que realmente funcionava — e o que não.27 FOCOPor que os CMOs não duram Como consultora de gestão recém-formada, Leslie Perlow se surpreendia com as longas e imprevisíveis horas que ela e seus colegas estavam investindo à toa. Será que realmente precisava ser assim? Anos depois, como professora, ela desenvolveu…

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como as metas de curto prazo afetam os lucros

UMA DAS GRANDES perguntas para gestores de equipes de venda é que intervalo de tempo usar ao estabelecer metas que vão determinar pagamentos de bônus e incentivos. A questão é complicada porque gera a preocupação de que vendedores que já atingiram suas cotas podem diminuir seus subsequentes esforços — assim como aqueles que, estando muito atrás, decidem que as metas são inalcançáveis. Para testar o efeito das metas de curto prazo, pesquisadores trabalharam junto com um varejista de eletrônicos da Suécia que mudou o sistema de incentivo de cotas, de mensais para diárias.Como previsto pela teoria, a mudança impulsionou a performance dos vendedores que, historicamente, tinham baixo desempenho, uma vez que em curtos períodos era menos provável que ficassem para trás e desistissem. Porém, a maior parte dos representantes, independentemente…

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os prós e contras de doações sugeridas

ECONOMISTAS COMPORTAMENTAIS sabem que opções predefinidas impulsionam a participação em planos de previdência privada e em programas de doação de órgão. Em que medida esses “empurrões” ajudam nos esforços das instituições de caridade para arrecadar fundos? ONGs em geral sugerem diferentes valores de doação, mas nova pesquisa baseada num experimento em laboratório, estudos online e um teste de campo examinaram o que acontece quando elas estipulam um valor específico. Os resultados mostram que estabelecer uma quantia padrão não reduz o total arrecadado nem gera uma imagem negativa. Quando a doação sugerida é baixa (abaixo do valor histórico médio), mais pessoas contribuem, mas a quantia doada é menor do que seria sem a sugestão. Por outro lado, quando o valor sugerido é elevado, menos pessoas doam — mas aqueles que o…

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quando seus vendedores precisam se afastar

VENDEDORES SÃO NORMALMENTE encorajados a ajudar os clientes, mas suas intervenções podem não dar certo. Em uma série de estudos, pesquisou-se quando interações entre vendedores e consumidores são úteis e quando são contraproducentes. Descobriu-se que o principal é dar privacidade aos clientes: quando as pessoas notam que estão sendo observadas, ainda que não precisem ou não queiram ajuda, elas muitas vezes se encaminham para outro corredor, deixando para trás o produto que estavam olhando. Em um experimento, compradores sentiram-se 25% menos propensos a fazer uma compra planejada ao notar que sua privacidade havia sido invadida; e contato visual indesejado foi ainda pior, fazendo com que se sentissem 37% menos propensos a comprar. A necessidade de privacidade é maior com produtos “reveladores” (esmaltes, tintas de cabelo) e constrangedores (itens de planejamento…

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operações vale a pena ser líder digital

Um recente estudo com 344 grandes empresas dos Estados Unidos apontou que algumas são líderes e outras “retardatárias”, de acordo com o modo como aproveitavam dados e análises em tempo real dos consumidores, usavam modelos de projeções e previsões de demanda para manufaturar e entregar produtos, coletavam dados remotos de como os consumidores utilizam os produtos, e recorriam à tecnologia para melhorar o desempenho dos empregados. A pesquisa comprovou que embora líderes e retardatárias gastem praticamente a mesma porcentagem da arrecadação em TI, elas atingem resultados diferentes porque as líderes usam sua tecnologia para fazer negócios de maneiras totalmente novas. Por exemplo, as empresas de seguro de carros Allstate, Progressive, e State Farm usam dispositivos eletrônicos para monitorar os padrões de condução dos clientes permitindo à empresa definir o valor…

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