EXPLORARBIBLIOTECA
searchclose
shopping_cart_outlined
exit_to_app
category_outlined / Negócios & Finanças
Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Junho 2015

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
Ler Maiskeyboard_arrow_down
Nota Get 40% OFF with code: BIG40
ASSINATURA
US$140,33
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

access_time2 minutos
homem, máquina e trabalho

Seu medo de robôs é completamente justificável. Fomos bombardeados por imagens inesquecíveis de autômatos demoníacos. Eles têm tendências homicidas (HAL, em 2001: Uma odisseia no espaço); são presunçosos (Cutie, em Eu, robô, de Isaac Asimov); e falando no nosso caso aqui — eles roubam nossos empregos (os androides, a peça de 1920 de Karel Capek, R.U.R., que cunhou a palavra “robô”). A HBR vem abordando o tema da ameaça robótica há anos, de modo mais memorável em um texto publicado em 1981 de autoria de Robert Schrank, especialista em questões do trabalho. Escrito como uma parábola, o artigo imaginou o que aconteceria com a força de trabalho se os robôs assumissem o lugar dela. Schrank sugeriu uma mudança de rota original: “Trabalhadores braçais poderiam comprar seus próprios robôs, e os…

access_time1 minutos
colaboradores

Gordon Bennett, escultor nascido no Brooklyn, modela robôs inusitados a partir de objetos que encontra. Inspirado pelo design da Idade Moderna, evoca uma estética de meados do século em seu trabalho, exibido na seção Foco deste mês, que começa na página 27. Para Alexandra Samuel, lidar com dispositivos que distraem a atenção são os ossos do ofício. Ela é pesquisadora de tecnologia e autora do livro Work smarter with social media. “Sempre que encontro uma nova ferramenta que pode me ajudar a lutar contra a sobrecarga digital, isso faz com que me sinta menos como uma prisioneira da tecnologia”, relata. Para saber mais o que a autora pensa, veja a página 81. Andrew Shipilov cresceu na Crimeia e estudou para o que correspondia então a um novo diploma em administração em uma…

access_time6 minutos
p&d para inovar melhor, encontre pensadores divergentes

Aqui está um experimento que diz muito sobre por que você deve buscar ideias inovadoras fora de sua área de especialização: quando pesquisadores perguntaram a carpinteiros, telhadores e patinadores como melhorar os equipamentos de segurança para todas essas atividades, cada grupo mostrou ser muito melhor pensando em soluções inovadoras para as outras áreas do que para a sua. Na verdade, quanto maior a distância conceitual em relação ao problema, mais inovadoras foram as soluções. Por exemplo, os patinadores se saíram melhor do que os telhadores ao apresentar ideias para aumentar o conforto e a conveniência dos equipamentos de segurança dos carpinteiros. Estudos que demonstram o valor de acessar conhecimentos de “campos análogos” — áreas que parecem diferentes na superfície, mas são semelhantes em um nível estrutural profundo — estão ajudando empresas…

access_time2 minutos
“você pode refutar quem é do contra”

Thomas Novacek é o chefe de pesquisa e desenvolvimento da divisão de escadas rolantes do Schindler Group, um dos principais fornecedores globais de elevadores, escadas rolantes e serviços relacionados. Ele se tornou adepto de recorrer a indústrias distantes, às vezes surpreendentes, em busca de ideias inovadoras. A HBR conversou recentemente com ele sobre o método de campos análogos. A seguir, trechos editados. Dê um exemplo de como você usa esse método. Em 2006, estávamos procurando soluções para os problemas de manobrar enormes escadas pr - pelos a instalação e encaixá-las em espaços apertados. Com a ajuda de Marion Poetz, convidamos 14 especialistas de campos análogos, incluindo uma estação de esqui e um fabricante de trens de brinquedo, a contribuir com ideias. Implementamos várias ideias imediatamente. Uma, da indústria de mineração, ainda…

access_time2 minutos
estratégia crescimento global, retornos irrisórios

Durante os anos 1990, a Boise Casca-de, fabricante de tábuas e outros produtos de madeira, lutava com o baixo crescimento nos Estados Unidos, seu mercado doméstico. Por isso, fez o que muitas empresas fizeram nos últimos 25 anos: tentou se globalizar, expandindo-se para o mercado brasileiro, rico em madeira. A expansão se mostrou, porém, mais difícil do que a Boise esperava. As diferenças regulatórias, políticas e culturais criaram uma série de conflitos. Embora a operação no Brasil tenha se tornado marginalmente rentável, os líderes da Boise concluíram que não valia a pena prosseguir com o investimento e decidiram encontrar novas formas de investir em busca de crescimento em casa. Em 2008, a Boise vendeu sua operação brasileira para um concorrente local por apenas US$ 5,7 milhões. Apesar de toda a celebração…

access_time3 minutos
analítica quando esquecer o espelho retrovisor

Como os profissionais de marketing podem prever se o público vai pagar para ver um novo filme ou baixar uma nova música? Essas previsões são notoriamente complicadas. Pesquisadores acadêmicos chamam os filmes e as músicas de “produtos de moda”, porque suas vendas dependem de gostos voláteis do consumidor. Os produtos de moda geralmente têm um ciclo de vida curto e dependem de decisões de compra impulsivas. Uma forma de melhorar as previsões é buscar mais dados. Mas novos estudos indicam que isso nem sempre ajuda quando se trata de produtos de moda. Matthias Seifert, da IE Business School, e um grupo de colegas examinaram o papel conjunto de dados históricos e contextuais nos julgamentos humanos sobre quais produtos vão ou não decolar. Por exemplo, como uma companhia discográfica pesa dados históricos…

help