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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Maio 2017

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$134,55US$80,73
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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estamos atribuindo poder exagerado aos acionistas?

CHRISTOPHER CHURCHILLÉ voz corrente no capitalismo moderno que a maior prioridade dos gestores é maximizar valor para os acionistas. Por isso, quando publicamos artigos sobre como criar um negócio sustentável de longo prazo, às vezes, somos repudiados por executivos de empresas de capital aberto. Eles dizem que a meta é admirável, mas as pressões do mundo moderno exigem que eles priorizem os retornos para os acionistas.Mas e se a premissa que sustenta esta ideia estiver errada? E se ela se basear numa interpretação questionável, talvez até equivocada da lei? Estas são algumas das questões provocativas apresentadas no artigo de fundo do Foco deste mês, por Joseph Bower e Lynn Paine, da Harvard Business School: “O principal erro da liderança corporativa” (pág. 24).A ideia de primazia do acionista é relativamente recente…

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vi • são (substantivo feminino)

(ILUSTRAÇÃO DE JUSTYNA STASIK)“INVESTIDORES DE RISCO NÃO QUEREM VER DETERMINADOS COMPORTAMENTOS; ENTÃO SE VOCÊ É EXCESSIVAMENTE EMOTIVO OU SENSÍVEL, PROCURE NÃO DEMONSTRAR” Em: “Como os investidores de risco avaliam propostas”, página 12.1 Do latim visio, onis. Ato ou efeito de ver. Percepção de formas, cores e relações espaciais de um sistema de captação e elaboração de imagens, formado pelos olhos e cérebro. ■…

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como investidores de risco avaliam propostas

Antes de entrar para o mundo acadêmico, Lakshmi Balachandra passou alguns anos trabalhando para duas empresas de capital de risco, onde ela corriqueiramente testemunhou um fenômeno que a deixava perplexa. Os investidores recebiam um projeto de um empreendedor, liam e ficavam empolgados. Eles pesquisavam a indústria e o entusiasmo aumentava ainda mais. Então convidavam o fundador da empresa para uma apresentação formal — e no fim já não tinham nenhum interesse em investir naquilo. Por que uma proposta que no papel parece tão promissora se torna descartável quando a pessoa responsável pelo projeto de fato o apresenta? “Foi isso o que me motivou a ir atrás de um doutorado”, diz Balachandra, atualmente professora da Babson College. “Queria esmiuçar e estudar a interação entre o investidor e o empreendedor”.Balachandra, ainda antes…

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bong koh “prefiro investir em missionários”

Bong Koh trabalhou para uma tradicional empresa de capital de risco localizada na região da Bay Area e foi cofundador de três start-ups antes de abrir a KohFounders, um fundo de investimentos baseado em Chicago e Los Angeles. Ele conversou com a HBR sobre como avalia os fundadores. Veja trechos da entrevista seguir.Pelo modo como fazem suas apresentações, você diria que os empreendedores superestimam a importância da ideia do negócio que estão propondo? Eu acredito piamente que sim. Embora a ideia do negócio seja, claro, muito importante, minha tendência é filtrar ideias e mercados que não me interessam antes mesmo de decidir realizar uma reunião de apresentação. Nos estágios iniciais, quando você ainda é um investidor-anjo ou pre-seed, não se tem ainda muita informação sobre se o negócio vai ter…

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quando os clientes estão mais propensos a partir

A ROTATIVIDADE DE EMPREGADOS CRIA dores de cabeça específicas para empresas de serviços profissionais, pois os clientes geralmente seguem funcionários que estão saindo da empresa. Em um recente estudo, foram usados registros públicos para determinar quando os clientes acompanharam os lobistas que mudaram de empresa e quando permaneceram.Um fator importante é a duração do relacionamento tanto com o lobista quanto com a empresa. A possibilidade de um cliente seguir um funcionário que está de saída aumenta em quase 2%, para cada seis meses que os dois trabalharam juntos. Esse efeito é, de certa forma, contrabalançado pelo tempo que o cliente tem negócios com a empresa, com o risco de ele seguir o funcionário que a está deixando ser aproximadamente 1% menor para cada seis meses em que foi cliente. A…

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não lance seu produto em 2020

Novos dados da pesquisa anual Most memorable new product launch mostram um padrão interessante: a lembrança dos consumidores no EUA de produtos novos foi ao menos 10 pontos menor, em média, para itens lançados em 2008, 2012 e 2016 do que para os lançados em outros anos recentes. O motivo? As eleições presidenciais consomem a atenção da mídia e dos consumidores. Segundo os pesquisadores, “legislações e medidas políticas podem mudar o modo como as pessoas vivem de uma maneira que poucos produtos são capazes”. A cobertura e a propaganda política são emocionantes e bastante tensas, por isso “novos produtos têm mais dificuldade para perfurar a consciência coletiva dos consumidores”. Entre os produtos que conseguiram romper essa confusão em 2016 e atingir bons níveis estão o Iphone 7 da Apple, o…

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