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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Marco 2017

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$137,24
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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o líder isolado

Os CEOs sabem menos que seus funcionários sobre o que realmente está acontecendo na empresa? Esta é uma das questões provocadoras levantadas neste mês por Hal Gregersen, diretor executivo do Centro de Liderança do MIT, em “O estouro da bolha do CEO” (pág. 42). Gregersen, cujo artigo se baseia em entrevistas com mais de 200 executivos seniores, afirma que status e autoridade, muitas vezes, isolam os CEOs das informações críticas que podem desafiar suas hipóteses e estratégias. Ninguém quer dar más notícias ao chefe, por isso o CEO pode ser o último a saber. É um problema comum, mas não insuperável. Alguns dos líderes mais inovadores do mundo encontraram formas de evitar essa armadilha — mas essas táticas exigem que os executivos mudem sua rotina. Uma técnica consiste em simplesmente ser mais despretensioso.…

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empreendedorismo como imigrantes estimulam as start-ups

Políticos populistas atacam imigrantes como se fossem uma ameaça à economia dos EUA, mas novas pesquisas mostram que os trabalhadores nascidos no exterior dão uma colaboração importante para a criação de novas empresas. Embora os imigrantes representem apenas 15% da força de trabalho, representam 27% dos empreendedores — um número que tem aumentado acentuadamente desde meados da década de 1990. Embora as start-ups de imigrantes fracassem mais rapidamente que aquelas fundadas por nativos, as que sobrevivem contribuem para o rápido aumento dos índices de emprego e da folha de pagamento. Por que empresários estrangeiros são tão bem-sucedidos? Os pesquisadores dizem que possíveis fatores incluem alta tolerância ao risco, o setor e os cenários geográficos em que os imigrantes empreendem e as habilidades e redes sociais étnicas necessárias para navegar nesses…

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algoritmos as pessoas gostam da ilusãodocontrole

ALGORITMOS COMPUTACIONAIS ESTÃO se tornando hábeis em tomar decisões e fazer previsões — de fato, suas avaliações são, frequentemente, melhores que as dos seres humanos. Apesar de evidências dessa superioridade, muitos estudos mostram que as pessoas geralmente preferem confiar em seu próprio julgamento. Isso ocorre, principalmente, com as que tiveram alguma experiência com algoritmos, mas descobriram que eles eram imperfeitos. Os pesquisadores chamam isso de “aversão ao algoritmo”. Um novo estudo explora uma forma de diminuir a aversão: deixar que as pessoas interfiram nos resultados da máquina. “Os benefícios disso podem superar os custos associados à redução do desempenho do algoritmo”, dizem os pesquisadores. Eles argumentam que até mesmo uma decisão com pequenas falhas, mas baseada na matemática, provavelmente seria mais precisa que a previsão de um ser humano. Os pesquisadores realizaram…

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marketing a magia do crowdsourcing

EMPRESAS SABEM HÁ muito tempo que comunidades de usuários podem sugerir ideias valiosas de produtos, mas uma nova pesquisa revela outra vantagem de se apoiar na sabedoria popular: simplesmente identificar itens como crowdsourced (com origem na colaboração coletiva) aumenta as vendas. Trabalhando com a empresa de bens de consumo japonesa Muji, os pesquisadores realizaram testes de campo em dois produtos crowdsourced: um alarme de segurança e um lanche com sabor de soja. Em diversas condições, rótulos indicativos de que os produtos foram “idealizados pelos clientes” aumentaram as vendas em até 20%. Pesquisas subsequentes explicaram a preferência: o crowdsourcing sinaliza qualidade. As pessoas deduzem que produtos crowdsourced são melhores porque os usuários têm insights exclusivos sobre o que outros usuários precisam. “Crowdsourcing pode não só constituir uma rota promissora para melhorar novos…

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compensação a rápida elevação dos “paraquedas dourados”

A expressão designa indenizações formidáveis pagas a CEOs desacreditados que renunciam causas críticas públicas de impacto. Mas muitos desconhecem a origem disso. Embora os “golden parachutes” quase não existissem antes da onda agressiva de aquisições da década de 1980, eles eram ubíquos no fim da década. O gráfico abaixo mostra o número de contratos de paraquedas dourados adotados pelas empresas da Fortune 500 nesse período.…

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capital de risco aposte nos jóqueis, não nos cavalos

AO AVALIAR POSSÍVEIS INVESTIMENTOS, capitalistas de risco investigam rotineiramente os fundadores da empresa examinando sua experiência, avaliando empresas anteriores e checando referências. Mas um novo estudo com 885 capitalistas de risco institucionais em 681 empresas revela que muitos consideram a equipe de gestão (geralmente os fundadores) o fator mais importante — ainda mais importante que o conceito do negócio divulgado. Entre os capitalistas de risco pesquisados, 47% disseram que a equipe era a principal variável — apenas 37% colocaram em primeiro lugar fatores empresariais, como modelo de negócio, mercado e setor. (A maioria dos demais priorizou a compatibilidade da empresa com a carteira do capitalista de risco.) Os resultados diferiram de acordo com a idade e o setor da empresa em questão: Para as start-ups e empresas de TI, mais…

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