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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Outubro 2015

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$140,33
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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preparando-se para o novo mundo

“Nunca faça previsões”, aconselha o lendário astro do basquetebol Casey Stengel, “principalmente sobre o futuro”. É uma boa regra, mas neste mês seremos indulgentes. Nesta edição, o trio de autores da McKinsey oferece uma visão magnífica do panorama econômico em transformação — e algumas ideias interessantes sobre como administrá-lo. Em “Como sobreviver no futuro” (pág. 24), Richard Dobbs, Tim Koller e Sree Ramaswamy defendem que estamos vivendo o fim do que foi uma notável e duradoura era de crescimento global. O ambiente de negócios está prestes a se tornar particularmente desafiador para as multinacionais do Ocidente, que deverão enfrentar tanto uma desaceleração como novos e rápidos concorrentes. A receita global continuará a crescer, afirmam, mas os lucros recuarão. Isso obviamente criará vencedores e perdedores, e os autores sugerem como as empresas ocidentais podem melhorar…

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colaboradores

A experiência de Tsedal Neely como a única mulher de uma equipe de dez pessoas trabalhando em vários países foi o que a despertou para estudar gestão de trabalho global e decidir mudar da consultoria para a academia. Sua pesquisa formal — que a levou para mais de uma dezena de países — foi profundamente marcada por sua infância peripatética: quando foi para Stanford fazer seu Ph.D., ela já havia morado em três continentes. Veja seu artigo na pág. 46. O interesse de Richard Dobbs em mercados emergentes e dinâmica de competitividade global foi despertado por sua experiência de trabalho na McKinsey na Índia, no início da década de 1990, e posteriormente na Coreia do Sul. Regressou a Londres em 2014 para tornar-se diretor do McKinsey Global Institute. Dobbs, cujo artigo…

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a batalha por visibilidade

Muitos vendedores independentes encontram dificuldade para competir na Amazon quando a própria empresa oferece o mesmo produto. Uma razão: o custo mais baixo nem sempre significa faturamento superior no site. Confira o que aparece na busca de um produto feita em julho de 2015. 1 VENDIDO PELA AMAZON A pesquisa para esse jogo de pintura traz a Amazon como o vendedor padrão. A menos que os clientes tenham assinatura Prime, o transporte é gratuito apenas para grandes encomendas. 2 MAIS ABAIXO NA PÁGINA Três outros vendedores têm preços mais atrativos; dois deles oferecem frete grátis ou de baixo custo para pedidos de qualquer valor. 3 COMO ENCONTRAR O MELHOR NEGÓCIO Neste caso, os consumidores que procuram o menor valor devem olhar abaixo da primeira opção e procurar por um vendedor menos visível.…

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competição quando as plataformas atacam

AAmazon começou seus negócios como uma livraria online e, 20 anos depois, existem poucos produtos que não podem ser encontrados no site. Em muitos casos, a empresa atua como um varejista tradicional. Há produtos, porém, que são oferecidos por terceiros — comerciantes que pagam para usar a Amazon como plataforma de vendas. Esse tipo de negócio, que usa a tecnologia para conectar compradores e vendedores, nunca esteve tão em alta. Exemplos: Uber (passageiros com motoristas) e Airbnb (viajantes com alojamentos) e empresas de tecnologia, como Facebook, Apple e Twitter. Mas quando Feng Zhu, professor assistente da Harvard Business School, começou a estudar como funcionam as plataformas, ele ouviu repetidamente uma pergunta que preocupava quem costumava vender na Amazon: o que acontece se, em vez de apenas os vendedores oferecerem produtos, a…

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“a empresa procurou meus fornecedores para ganhar vantagem sobre nós”

Na década de 1990, Stephen Herbert, um consultor de gestão, decidiu levar sua filha para uma academia de paintball recreativo. No início, ele apenas assistia, depois começou a jogar e, rapidamente, se sentiu seduzido pela atividade. Em 1998, Herbert lançou o X Fire Paintball, com lojas em Massachusetts e New Hampshire, além da internet. A HBR conversou recentemente com ele sobre a entrada da Amazon em seu nicho e como isso interferiu em seus negócios. Veja alguns trechos editados a seguir. Descreva a sua relação com a Amazon. É um vínculo de amor e ódio. Aproximadamente 80% da nossa receita vem de vendas online — a maior parte, dessa plataforma, onde expomos nossas ofertas. Claramente, a empresa é a varejista número um e coloca muitos serviços à disposição. Usamos o Fulfillment…

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organizações cmos realmente agregam valor?

Não é de hoje que o assunto é discutido na pesquisa acadêmica e na imprensa de negócios: as empresas se beneficiam financeiramente de ter um executivo de marketing no C-suite? Na busca de uma resposta que ajude a esclarecer a situação de uma vez por todas, uma equipe liderada por Frank Germann, da Notre Dame University, examinou a questão através de uma lente mais ampla do que as de estudos anteriores. Os pesquisadores analisaram 155 organizações americanas de capital aberto, de diversas indústrias, aplicando vários modelos econométricos para avaliar o desempenho de 2000 a 2011. O resultado: empresas que têm um CMO apresentam rendimento 15% melhor, em média, do que as que não têm. Os pesquisadores, então, começaram a se perguntar se alguns tipos de organização poderiam se beneficiar mais do…

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