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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Outubro 2016

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$134,55US$80,73
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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carta ao leitor kahneman fala sobre “ruído”

(JOHN VON PAMER)Daniel Kahneman é com certeza um dos mais brilhantes pensadores do mundo.Em 2002 ele dividiu o Prêmio Nobel de Ciências Econômicas, uma proeza e tanto para um psicólogo que alega nunca ter frequentado um curso de economia. Kahneman ainda forneceu valiosas contribuições em administração, área de cujas aulas ele não era exatamente assíduo frequentador. Kahneman escreveu vários artigos — em coautoria para a Harvard Business Review — sobre como as equipes podem tomar melhores decisões identificando e reduzindo os vieses que inevitavelmente lhes surgem na mente e sobre como o otimismo infundado não raro leva os executivos a escolher o caminho estratégico errado. Este mês ele está de volta com outro artigo atraente, em coautoria com Andrew M. Rosenfield, Linnea Gandhi e Tom Blaser, todos do grupo…

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colaboradores

Daniel Kahneman, prêmio Nobel de economia, era um jovem oficial das Forças Armadas de Israel quando desenvolveu um protocolo de avaliação de recrutas projetado para garantir a consistência dos entrevistadores. Sessenta anos depois, ele volta ao estudo da “interferência” nas decisões. Na página 20, ele e seus coautores afirmam que decisões inconsistentes prejudicam sub-repticiamente o desempenho de muitas organizações.“Onde há decisão, há interferência — geralmente maior do que você imagina”, escrevem eles. Christoph Loch, professor e diretor da Judge School of Business, na Cambridge University, aborda os fatores que determinam o sucesso das inovações tecnológicas. Após cinco anos trabalhando em diversos projetos de inovação, percebeu o papel central dos modelos de negócio para adaptar as mudanças tecnológicas às necessidades do mercado e começou o projeto de pesquisa apresentado com…

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compensação o caso dos planos de incentivos de longo prazo

Alexander Pepper passou 27 anos em uma grande companhia de contabilidade ajudando empresas clientes a conceber formas de compensar os CEOs e outros executivos seniores. Desde os anos 1990, os pacotes passaram a incluir participação acionária de longo prazo destinada a atender aos interesses de gestores e acionistas. Mas, com o passar do tempo, Pepper ficou cada vez mais desiludido: “Comecei a perceber que as pessoas para as quais oferecíamos os pacotes não os apreciavam muito. E os planos não davam o retorno planejado”. No início de 2000, Pepper voltou para a escola e se tornou administrador de banco de dados (DBA, na sigla em inglês). E lecionou na London School of Economics. Hoje, pesquisa por que os planos de pagamento por desempenho não funcionam. “Eu era parte do sistema…

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“as empresas não querem correr o risco de uma disputa salarial”

(MELINDA BECK)Tom Gosling é sócio da PwC e coordena as práticas de recompensa da empresa no Reino Unido. Ele passou 20 anos assessorando conselhos em relação à remuneração de executivos, mas diz que o sistema está “quebrado”. Em recente entrevista à HBR, explica o porquê. Confira alguns trechos a seguir.É verdade que muitos executivos não entendem os próprios planos de incentivo de longo prazo? Sim, o que soa estranho. São pessoas muito sofisticadas. E os planos não são incompreensíveis. O fato é que os executivos não os enxergam como relevantes no dia a dia. Além disso, adquirem um novo plano por ano num mandato de três ou quatro anos, de modo que em determinado ponto eles têm três ou quatro planos, com diferentes critérios de desempenho. Quando costumava fazer planejamento…

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hora de se reinventar

A transformação digital e seus movimentos, como Big Data, Analytics, Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT) e Cloud Computing, têm criado desafios para o mercado de trabalho e modificado a estrutura corporativa.De acordo com uma análise realizada pela EY, espera-se que, até 2025, um em cada três postos de trabalho possa ser substituído ou profundamente afetado por tecnologia inteligente. O mercado de trabalho deverá ser mais flexível, sendo que os escritórios funcionarão como pontos focais, em vez de destino diário. Viveremos a possibilidade da extinção de algumas profissões que realizam tarefas repetitivas, como operador de telemarketing e caixa, e uma maior demanda por atividades que lidem diretamente com tecnologia de ponta.Diante desse prognóstico, o contador, assim como algumas outras profissões, também será um profissional que terá de se adaptar a…

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ruído

Numa empresa global de serviços financeiros com a qual trabalhamos, um antigo cliente enviou acidentalmente o mesmo formulário para duas unidades. Embora se esperasse que os funcionários responsáveis pelo processo seguissem as mesmas diretrizes — e, portanto, chegassem ao mesmo resultado —, as duas unidades deram cotações muito diferentes. Surpreso, o cliente entregou o negócio a um concorrente. Do ponto de vista da empresa, funcionários com a mesma função deveriam ser intercambiáveis, mas nesse caso não eram. Infelizmente, esse é um problema comum. Muitas organizações atribuem casos aleatoriamente aos profissionais: avaliadores de agências de classificação de risco, médicos de prontos-socorros, analistas de crédito, agentes de seguros e outros. As organizações esperam consistência desses profissionais: casos idênticos devem ser tratados de forma semelhante, se não idêntica. O problema é que os…

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