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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Setembro 2015

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$140,33
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

access_time2 minutos
design como estratégia

O design thinking não é novidade. Mas muitas empresas ainda não têm clareza sobre como essa abordagem pode ajudar a melhorar o negócio. O Foco deste mês deve ajudar, pois ilustra algumas das formas com que o design thinking tem alimentado a estratégia corporativa. A ênfase nesse conjunto de métodos está se movendo claramente para a C-suite. E cada vez mais organizações criam o cargo de chief designer officer. Um exemplo notável é a PepsiCo, que contratou Mauro Porcini, da 3M, para injetar o design thinking em praticamente todos os aspectos do negócio. Para saber mais sobre como isso aconteceu, confira a entrevista com a CEO Indra Nooyi e acompanhe detalhes sobre o desempenho de Porcini (página 58). Como as empresas devem pensar sobre a centralidade do design? Para Jon Kolko,…

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colaboradores

Jer Thorp utiliza técnicas avançadas de visualização para extrair humanidade de conjuntos de dados e ajudar as pessoas a compreender e controlar as informações ao redor. Bastante franco em relação ao tema da privacidade, é cofundador do Office for Creative Research, onde desenvolve uma ferramenta que nos permite enxergar como os anunciantes traçam nosso perfil. O trabalho de Thorp é destaque no Foco deste mês, iniciando na página 33. Roger Martin, que leciona na Rotman School of Management, deixou sua marca graças a uma série de artigos e livros, incluindo Playing to win (em coautoria com o antigo CEO da P&G, A.G. Lafley) e The design of business, que ajudam a aplicar o pensamento integrativo na tomada de decisão estratégica e na inovação dos negócios. Em parceira com o CEO da…

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defenda seu estudo olhar a natureza pode nos tornar mais produtivos

O estudo: Kate Lee, Kathryn Williams, Leisa Sargent, Nicholas Williams e Katherine Johnson, pesquisadores da University of Melbourne, pediram a 150 participantes que executassem uma tarefa elementar que consistia em apertar uma tecla específica quando certos números piscavam na tela do computador. Depois de cinco minutos a atividade era interrompida durante 40 segundos e era projetada na tela a imagem de um telhado rodeado de edifícios altos. Para metade dos participantes foi exibido um telhado de concreto liso. Para a outra metade foi mostrado um telhado coberto por um campo verde florido. Em seguida os dois grupos retomavam a tarefa. Depois da pausa, nas pessoas que viram o telhado de concreto houve diminuição de 8% nos níveis de concentração e o desempenho foi menos consistente. Entre os que viram o…

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campo de visão por que alguns videos se tornam virais

Um vídeo viral é o sonho de qualquer profissional de marketing. É a forma mais segura de romper o ruído da internet. E estudos mostram que internautas sociais — pessoas que assistem a conteúdos compartilhados em vez de vídeos que encontram em suas buscas na internet — são muito mais propensos a comprar produtos e recomendá-los a outros. Por que alguns vídeos “pegam fogo” e outros simplesmente “negam fogo”? A Unruly, empresa de tecnologia de marketing propõe uma resposta. Análise que realizou com cerca de 430 bilhões de visualizações de vídeos e 100 mil dados de consumidores individuais revela dois dos mais poderosos indutores de sucesso viral: resposta psicológica (como o conteúdo afeta o visualizador) e motivação social (por que ele quer compartilhá-lo). Quanto maior o apelo emocional do conteúdo, maior a tendência…

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o pedido de desculpas nas. organizações

Essas foram algumas reações à divulgação, em junho de 2014, de que o Facebook permitiu que pesquisadores acadêmicos manipulassem os feeds de notícias de 689 mil usuários durante uma semana. O experimento, no qual metade dos usuários via menos postagens positivas, e metade menos postagens negativas que o normal, foi idealizado para determinar se essas mudanças fariam as pessoas postar mais comentários positivos ou negativos. Na verdade, os pesquisadores não encontraram evidências de “contágio emocional” e publicaram os resultados numa conceituada revista científica. Mas suas descobertas foram ofuscadas pelo protesto do público. Logo depois da história ter sido divulgada, o pesquisador líder do estudo publicou uma nota declarando que ele e seus colegas sentiam muito pela insatisfação que o trabalho havia provocado. Mas o Facebook defendeu sua intervenção durante dias, explicando…

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ideia em resumo

O PROBLEMA Muitas vezes, organizações se esforçam para apresentar desculpas corretamente. Vários líderes temem que desculpas possam expor a empresa a processos judiciais. Outros oferecem um apressado “sinto muito” sem abordar as preocupações das vítimas. Um pedido de desculpas mal estruturado implica alto custo e prejudica reputação e relacionamentos. A SOLUÇÃO Empresas precisam ter regras claras para determinar quando um erro merece desculpa e, se merecer, criar e apresentar uma mensagem eficaz. A FÓRMULA Faça quatro perguntas: Houve violação? Foi uma violação central de nosso compromisso e missão? Como o público reagirá? Estamos realmente decididos a mudar? Depois pense cuidadosamente em quem, o que, onde, quando e como apresentar as desculpas.…

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