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Harvard Business Review BrasilHarvard Business Review Brasil

Harvard Business Review Brasil Setembro 2017

É a edição brasileira da mais importante revista de economia, gestão e négocios do mundo. Fundada há 91 anos, permanece na liderança das idéias revolucionárias que movem corporações em todo o mundo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
RFM EDITORES Ltda
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ASSINATURA
US$140,33US$84,20
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

access_time1 minutos
o grande transformador

Quando Jeff Immelt anunciou que estava se retirando do cargo de CEO da GE, Wall Street avaliou sua carreira como morna. Os analistas reconheceram sua liderança durante o 11 de Setembro e a recessão de 2008. Mas alguns o crucificaram pela queda de 30% no preço das ações da GE e observaram que o valor das ações da empresa foi o componente de pior desempenho no índice Dow Jones Industrial Average. Esses pontos, embora justos, obscureceram uma questão maior: Immelt reconstruiu completamente a organização que herdou de Jack Welch. Em “Na liderança da transformação”, que ancora o Foco desta edição (pág. 31), Immelt deixa claro que a transformação por ele promovida foi a maior proeza da história da empresa. A organização que Welch lhe entregou era uma máquina de produtividade, uma…

access_time4 minutos
seu próximo colega de trabalho será um robô

A rotina na tesouraria da empresa paulistana Agá (nome fictício) se repetia como um mantra. Todos os dias, às 8h, a equipe responsável iniciava um processo que remetia ao funcionamento de uma linha de produção fordista: acesso ao sistema central, levantamento das posições financeiras registradas com os bancos, comparação com os valores disponíveis nos sites dessas instituições, eventuais correções e, duas horas depois, início das operações. Era uma rotina típica de poucos anos atrás. Pensemos agora em 2017. O cenário acima descrito é protagonizado por um robô, responsável por realizar o mesmo processo, mas com uma redução substancial no tempo despendido. Em questão de minutos, a equipe à frente da Tesouraria já está apta a iniciar as operações que lhe são atribuídas. Por que robotizar Essa situação retrata uma operação realizada pelo tipo…

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gerações de robôs

A primeira onda robótica irá automatizar funções de natureza repetitiva e operacional, encapsulando essas ações em funções como: • Acessar sites governamentais; • Executar transações no SAP; • Definir campos e informações em sistemas legados. A segunda onda robótica usará e estenderá as funções definidas pelos primeiros robôs (que será persistida em uma estrutura nas nuvens por meio de bibliotecas API). Ela irá direcionar funções mais complexas na estrutura nas nuvens como: • Ler dados de PDF; • Processar dados não estruturados. A terceira onda robótica irá desenvolver funções avançadas de análise e também permitir a componentização de atividades específicas de análise de negócios, possibilitando um enorme aumento na biblioteca de funções com o uso de algoritmos de previsão. A quarta onda robótica irá fazer uso de funções complexas de análise avançada de dados para recomendar a…

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a moda saiu de moda?

“Criatividade não gera apenas emprego e renda, mas autoestima a um povo.” A frase de Ronaldo Fraga falando sobre os movimentos da São Paulo Fashion Week deste ano, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, sintetiza a importância da criatividade no ambiente empresarial em um mundo VUCA, sigla para volatilidade (volatility), incerteza (uncertainty), complexidade (complexity) e ambiguidade (ambiguity). Fraga é um perfeito exemplo da renovação na moda. Criador inquieto, abraçou a brasilidade contemporânea com projetos e produtos que reinventam sua área de atuação e atingem outras esferas do comportamento, da cultura e do consumo. Ele sabe perfeitamente que seu negócio é muito mais que roupa. Trata-se de ir além da estética padrão; romper barreiras e, sim, usar a moda como ferramenta de comunicação de mudanças socioculturais, em que a criatividade é…

access_time7 minutos
nacontratação deexecutivos, ocontextoéo maisimportante

Ao escolher um CEO, os conselhos normalmente levam em conta as circunstâncias particulares enfrentadas pela empresa: será necessária uma mudança de rota ou estamos rumo ao crescimento? Para o cargo de CFO uma pergunta pode surgir: estamos prestes a fazer uma IPO (oferta pública inicial) ou planejamos crescer por meio de aquisições? Nesses casos, os conselheiros preferem candidatos com experiência comprovada na situação em questão. Mas quando estão contratando — ou promovendo — pessoas para cargos de liderança mais baixos, as empresas geralmente não prestam muita atenção aos desafios contextuais específicos desses cargos; preferem candidatos que sejam “pau para toda obra” e tenham conhecimentos variados — um método que o RH chama de “busca pelo candidato mais completo”. Um recente e amplo estudo quantitativo da CEB, empresa de pesquisa e consultoria…

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“mudamos de um processo baseado em intuição para uma linguagem compartilhada”

Por que a Adecco passou a usar essa pesquisa? Como a maioria das outras empresas, tínhamos um processo de avaliação formal de talentos ao qual recorríamos para observar as capacidades, os pontos fortes e as lacunas das pessoas. Mas era algo apenas no papel, e nós o fazíamos apenas em uma parte da empresa. Quando era chegada a hora de realmente escolher alguém, tornava-se uma coisa totalmente subjetiva, baseada na intuição do líder. Fui contratada há três anos para reformular o processo. Por onde você começou? Examinamos as melhores práticas e o que outras empresas estavam fazendo para resolver o problema — pegar um processo subjetivo e transformá-lo em um procedimento viável e orientado por dados. E precisávamos de um business case: impulsos financeiros e raciocínios comerciais para encontrar talentos e desenvolver…

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