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Mente&CérebroMente&Cérebro

Mente&Cérebro

Dezembro 2018

A revista Mente&Cerebro é voltada a todos que se interessam pelos misterios da mente humana. Seus artigos e repostagens são porduzidos em linguagem acessivel, e abordam temas como emoções, inteligência, sexualidade, distúrbios e outros assuntos fascinantes do psiquismo

País:
Brazil
Língua:
Portuguese
Editora:
Editora Segmento Ltda
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ASSINATURA
US$23,99US$14,39
12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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o vírus da felicidade e da depressão

A maioria das pessoas gosta da ideia de influenciar os outros. Nestes tempos em que redes sociais têm papel tão preponderante, alguns se esforçam muito e chegam a limites do ridículo para conseguir e manter seguidores. Mas nem precisamos evocar exemplos de influenciadores “profissionais”. Gente absolutamente comum, que não se expõe na internet, nem pretende fazê-lo, também encontra prazer em impactar aqueles com quem convive com suas ideias. Fazemos isso argumentando, comentando, defendendo nossas crenças ou simplesmente expondo opiniões. Certamente você já experimentou um gostinho bom ao se dar conta de que algo que disse foi absorvido como uma ideia bastante acertada por outra pessoa e passou a fazer parte da vida dela.O que a maioria de nós não se dá conta é que somos capazes de “contagiar” outros…

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ainda poderemos festejar juntos?

As coisas não cabem mais em suas “caixinhas”. Este ano, o processo eleitoral inundou visceralmente as famílias, as redes sociais, os ambientes de lazer, trabalho e estudo. Muitas vezes as estruturas não resistiram – amizades desfeitas, rupturas familiares, atos de violência física na rua testemunham excessos disruptivos. Agora, após a eleição e com a aproximação das festas de final de ano, muitos se perguntam: que fazer dos laços feridos ou cindidos? Para René Kaës, as instituições são instâncias antropológicas que organizam a existência humana e, assim, cumprem funções psíquicas estruturantes para o sujeitoAinda que cada caso seja único e demande reflexão singular, alguns eixos vinculares e fatores comuns podem e devem ser levados em conta. De início, identificamos o esfacelamento das particularidades dos diversos grupos, com a invasão brutal…

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autores

PABLO CASTANHO é professor doutor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), membro do Núcleo de Estudos de Saúde Mental e Psicanálise das Configurações Vinculares (Nesme), Membro da International Association of Group Psychotherapy and Group Processes (IAGP). FERNANDO DA SILVEIRA é psicólogo, psicanalista, doutor em psicologia, professor do curso de Psicologia na Universidade Presbiteriana Mackenzie. JEAN-PIERRE PINEL é professor de psicopatologia social e clinica na Universidade Paris 13 Sorbonne. É presidente de Associação Transition, Association Européenne d’analyse de groupe et d’institutio, responsável pela rede Internacional Interuniversitária de Clínicas Institucionais (RIICI). GEORGES GAILLARD é psicanalista, professor de Psicologia Clínica da Universidade Lyon 2. É coordenador da rede internacional, interuniversitária Grupos e vínculos intersubjetivos. LUCIANA MENIN LAFRAIA é psicanalista. ■…

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matemática explica como sentimentos se propagam

Se um amigo seu que mora nas redondezas se sente solitário, a quantidade de dias em que você mesmo enfrenta esse estado de ânimo tende a aumentar. “A solidão é transmitida mesmo entre os conhecidos sem ligação direta: se o vizinho se sente desanimado durante dez dias no ano, acrescentam-se dois dias de propensão ao desânimo ‘do outro lado do muro’”, afirma o cientista político James Fowler, pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego. “Somente entre pessoas que moram a mais de um quilômetro e meio de distância esse efeito se perde.” Fowler e seu colega Nicholas Christakis, pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard de Boston, desenvolveram um estudo sobre o tema, publicado no periódico científico PLoS One. O que parece uma…

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espaço urbano, espaço psíquico

Quando falamos de nossas cidades, falamos de nós mesmos. Usamos a linguagem do afeto, que nos faz negar parte da experiência, para sustentar uma posição subjetiva que nos favorece; sem tal negação seríamos obrigados a reconhecer nossas precariedades. Isso fica bem claro quando indagamos a respeito do ufanismo de certas pessoas quando tratam suas cidades como extensões do próprio eu.De modo geral, o espaço que ocupamos e no qual transitamos nos proporciona a sensação de pertencimento e a circulação pelos espaços. Fazer parte de um lugar é adquirir a possibilidade de transitar e, consequentemente, de estender o nosso espaço vital. A cidade tem caráter transicional, na medida em que se situa entre o indivíduo e a sociedade, possibilitando o trânsito entre o público e o privado, o fora e…

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efeitos inesperados dos medicamentos

Desenvolver um fármaco não é tarefa fácil. Algo em torno de 95% dos novos compostos é reprovado antes de eles se tornarem disponíveis para o uso clínico. Os gastos são especialmente altos quando o assunto é medicamento para tratar problemas relacionados ao sistema nervoso central. Remédios que chegam a ser comercializados com sucesso somam um custo médio de US$ 1,8 bilhão. Agora, os pesquisadores recorrem cada vez mais aos produtos já existentes no mercado. Comprovadamente seguras para o consumo humano e não raro compreendidas em nível molecular, as já conhecidas pílulas de hoje podem ser a novidade médica de amanhã. Os efeitos colaterais em uma pessoa podem ser a cura para outra. Como funcionaNo organismo, o bexaroteno ativa um receptor químico que afeta a forma como as células se…

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