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Adega

Edicao 161

ADEGA traz-lhe o melhor do apaixonante e sofisticado mundo do vinho. Matérias completas com imagens deslumbrantes dos grandes vinhos, regiões produtoras, vinícolas, entrevistas, viagens, dicas de harmonização e centenas de avaliações independentes de vinhos para todos os gostos, bolsos e ocasiões. Leia e comprove porque ADEGA é a maior revista de vinhos em Português.

Country:
Brazil
Language:
Portuguese
Publisher:
Inner Editoria Ltda
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12 Issues

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o melhor de dois mundos

O mundo do vinho é repleto de joint-ventures interessantes. São sociedades entre produtores renomados de diferentes partes do planeta, que criam vinhos que se tornam ícones quase instantaneamente devido às suas reputações e, obviamente, à expertise conjunta. A mais célebre e, ainda por cima, pioneira quando falamos nesse tipo de “junção” é a vinícola californiana Opus One, sociedade entre os Rothschild, do Mouton, e os Mondavi, do Napa, que remonta à efervescente década de 1970.Recentemente, um seleto grupo, do qual ADEGA fez parte, pôde acompanhar a evolução dessa parceria Mondavi-Rothschild em toda a sua essência e esplendor numa prova épica com absolutamente todas as safras do consagrado Opus One. Simplesmente imperdível.Mas esta não é a única joint-venture da qual falamos nesta edição. Recentemente, tivemos uma longa conversa com Tomás…

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cartas

REDACAO@REVISTAADEGA.COM.BR TINTOS E BRANCOS Nunca sei quando escolher vinhos tintos ou vinhos brancos para harmonizar com pratos que escolho no restaurante ou mesmo quando faço algum jantar em casa. Não gosto de brancos, então sempre tomo tinto, independentemente do que for servido. Gostei do artigo sobre harmonização de “tintos com alma de brancos” e as possíveis combinações. Vai me servir de referência, pois sei que não é fácil harmonizar tintos com alguns tipos de receitas mais suaves. Jânio Quinta CLÁSSICOS Para mim, um vinho clássico é um vinho que, além de ser de um produtor antigo e respeitado, é reconhecido por todos como um grande vinho. Ou seja, leva tempo para um vinho se tornar um verdadeiro clássico. Muito tempo. Abomino os…

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instagram

Insta Terroir @instaterroir É domingo, acordei de ponta-cabeça e só lembro daquele vinho de ontem... Foto de @phototannins #revistaadega Apple&Bruce&Marcela @sommeliercats A nossa edição desse mês da #revistaadega mal chegou aqui em casa e já virou leitura de cabeceira. Se liguem nos stories que postaremos com algumas coisas interessantes vistas por aqui. Confraria Premium @confrariapremium Creditos: @rodrigaofonseca #revistaadega Quer ver sua foto publicada aqui? Siga @revistaadega e marque as imagens com #revistaadega…

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posso envelhecer vinhos com screwcap?

REDACAO@REVISTAADEGA.COM.BR Antes de responder se podemos envelhecer vinhos com tampa de rosca, seria interessante ponderar o que entendemos por envelhecer. O tempo em garrafa pode fazer com que um vinho “evolua”. Quantidades minúsculas de oxigênio ajudam a promover algumas transformações na bebida com o passar do tempo, criando sabores e aromas (graças a alterações moleculares) que não serão os mesmos de um vinho jovem.Assim, tornou-se meio que consenso no mundo do vinho que somente vinhos com rolhas de cortiça conseguem apresentar uma evolução que justifique a guarda, pois há a ideia de que a cortiça seria permeável a essas quantidades mínimas de oxigênio. Os selados com tampa de rosca, por outro lado, não possuiriam essa “vantagem” e, portanto, seria melhor se consumidos ainda jovens.No entanto, ainda há muita discordância sobre…

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douro com um toque bordalês

Tomás Roquette e Jean-Charles Cazes têm muitas coisas em comum. São da mesma faixa etária (Tomás completou 49 anos em março; Jean-Michel faz 45 em junho) e representam a quarta geração de suas respectivas famílias no mundo do vinho. Os Roquette são donos da Quinta do Crasto, uma das mais belas propriedades do Douro; os Cazes, do afamado Château Lynch-Bages, em Bordeaux. Juntos são sócios no projeto Roquette & Cazes, criado no início dos anos 2000 por iniciativa de Jorge Roquette e Jean-Michel Cazes, respectivamente pais de Tomás e de Jean-Charles.Curiosamente, embora Tomás seja português e Jean-Charles, francês, o Brasil está presente na vida de ambos. Tomás morou vários anos no Rio, com sua família, após a chamada Revolução dos Cravos, em Portugal, que levou seu pai à prisão…

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vinhos avaliados

AD 91 pontos ROQUETTE & CAZES 2007 R&C, Douro, Portugal (não disponível). Segunda safra produzida. Estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês (70% de 1º uso). Rubi-escuro com tons violáceos. Nos aromas, além de frutas negras maduras (amoras/cerejas), aparecem notas de grafite e fumaça e leve floral (violetas) característico da Touriga Nacional. Na boca, mostra ótima acidez e fruta ainda presente, assim como os taninos, já bem polimerizados, que o tornam macio em boca. O álcool aparece um pouco no final. Recomenda-se bebê-lo ao longo de 2019. Álcool 14%. GV AD 90 pontos ROQUETTE & CAZES 2009 R&C, Douro, Portugal (não disponível). Como os demais, corte dominado pela Touriga Nacional (60%), complementado por Touriga Franca (15%) e Tinta Roriz…

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