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National Geographic Magazine  PortugalNational Geographic Magazine  Portugal

National Geographic Magazine Portugal Agosto 2018

National Geographic Magazine é uma revista única no seu género. Mais de 100 anos a publicar as explorações e descobrimentos dos seus cientístas, exploradores e fotógrafos. Mais de 100 anos mantendo-se fiel ao seu compromisso de velar pelos bens culturais, históricos, antropológicos e naturais do nosso planeta.

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access_time2 min.
falta de sono

Arianna Huffington, de 68 anos, é co-fundadora do blogue e portal de notícias The Huffington Post. É também directora executiva da empresa de bem-estar Thrive Global. Já escreveu 15 livros, entre os quais “A Revolução do Sono: Transforme a Sua Vida, uma Noite de Cada Vez” (Matéria-Prima, 2016). «QUANDO DURMO OITO HORAS, NOTO A DIFERENÇA. SEI QUE SOU MAIS EFICIENTE, CONSTATO QUE SOU A MELHOR VERSÃO DE MIM MESMA.» Obrigado por partilhar a sua experiência acerca do sono, o tema de capa desta edição. Thomas Edison chamou ao sono “um absurdo” e “um mau hábito”. A ideia está enraizada na nossa cultura? Está profundamente enraizada, mas estamos num momento de transformação. A população não dá prioridade ao sono porque teme ficar de fora – ser excluída da lógica…

access_time27 min.
quer adormecer? leia esta reportagem.

O sono é considerado uma interrupção da vida, mas o verdadeiro flagelo é a insónia crónica. No Japão, cerca de 40% da população dorme menos de seis horas por noite. Dormitar em público, como neste restaurante aberto durante toda a noite em Tóquio, é socialmente aceite. Os norte--americanos dormem menos de sete horas por noite, cerca de duas horas menos do que há um século. Na nossa sociedade desassossegada e banhada de luz, pensamos frequentemente no sono como um adversário. Na Philharmonie de Paris, o compositor Max Richter conduz uma interpretação de Sleep, uma peça minimalista composta com base em conhecimentos científicos cujo objectivo é orientar os ouvintes através de um descanso rejuvenescedor. Dura mais de oito horas. Envolto em tubos e eléctrodos, Francis Ajua, de 10…

access_time1 min.
relógio dominante

Quão despertos estamos a qualquer instante depende da interacção de dois processos: a “pressão do sono”, que se pensa ser criada por substâncias que induzem o sono e se acumulam no cérebro durante o tempo da vigília, e o nosso ritmo circadiano, o relógio interno que mantém o cérebro e o corpo sincronizados com o Sol. Esse relógio pode ser atrasado ou adiantado pela luz. Somos particularmente sensíveis à luz azul (comprimento de ondas curtas), o tipo de luz emitida pelo Sol ao meio-dia e pelos nossos monitores, mas que pode perturbar o nosso ciclo, sobretudo de noite, quando precisamos que a escuridão nos ponha sonolentos. A LUZ REGULA O NOSSO RELÓGIO INTERNO … Algumas células ganglionares possuem receptores sensíveis à luz azul que ajudam o cérebro a…

access_time1 min.
luz nocturna

Para obter uma ideia clara de como os seres humanos estão a mudar o céu à noite, a NASA criou composições com imagens recolhidas por satélite durante a noite. Utilizando técnicas conhecidas como “desligar a Lua”, cientistas da NASA filtram todos os emissores naturais e absorvedores de luz, como incêndios, auroras, nuvens, neve e gelo. Os resultados, actualizados com regularidade, dão-nos a melhor imagem até agora captada do padrão evolutivo da sedentarização humana e da nossa compulsão inexorável por iluminar a noite. ■…

access_time16 min.
a bordo de um sonho

Um sol resplandecente desmente o Norte brumoso que esperava encontrar na baía de Pasaia. Vim aqui em busca de um navio e de um sonho. Não necessariamente por esta ordem. A réplica em tamanho real da nau San Juan esconde-se dos olhares indiscretos dentro de um grande cubo de madeira, como um presente por abrir. É difícil imaginar que esta simples estrutura espreitando o mar, no coração do estuário da Guipúscoa, alberga no interior todo o conhecimento dos mestres construtores de navios de há 500 anos. No interior do estaleiro, a bordo da embarcação, sinto-me invadida por uma emoção inexplicável e ancestral. Estou exactamente a dez minutos e a cinco séculos do local de onde os antigos baleeiros bascos davam o salto para o oceano Atlântico.No silêncio de uma…

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áfrica envenenada

OS PESTICIDAS MORTÍFEROS E BARATOS... Uma das maneiras tradicionais de matar animais com veneno é com setas de ponta envenenada, como estas feitas pelos masai, à venda num mercado de Olpusi Moru. A substância mortífera é extraída da casca de uma árvore local. ...SÃO ARMAS POTENTES EM ÁFRICA... Conservacionistas seguram uma garça-real doente e outras aves que morreram após uma aspersão aérea do pesticida fentião na zona de arrozais de Bunyala. Os aldeãos recolheram e comeram as aves, apesar de envenenadas. ... E ESTÃO A DESTRUIR A VIDA SELVAGEM. Nas últimas semanas, dois leões tinham caçado vacas e cabras. Os pastores masai da região queniana de Osewan estavam fartos. Resolvam o problema até ao Natal, pediram os masai ao Serviço de Vida Selvagem do Quénia (KWS), em Dezembro do…

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