TUTKIKIRJASTO
searchclose
shopping_cart_outlined
exit_to_app
category_outlined / Tiede
National Geographic Magazine  PortugalNational Geographic Magazine  Portugal

National Geographic Magazine Portugal Octubre 2018

National Geographic Magazine é uma revista única no seu género. Mais de 100 anos a publicar as explorações e descobrimentos dos seus cientístas, exploradores e fotógrafos. Mais de 100 anos mantendo-se fiel ao seu compromisso de velar pelos bens culturais, históricos, antropológicos e naturais do nosso planeta.

Maa:
Portugal
Kieli:
Portuguese
Julkaisija:
RBA REVISTAS PORTUGAL
Read Morekeyboard_arrow_down
ERIKOISTARJOUS Save 40% on your subscription!
OSTA IRTONUMERO
2,72 €(Incl. tax)
TILAA
21,66 €13 €(Incl. tax)
12 Numerot

TÄSSÄ NUMEROSSA

access_time4 min.
isolados e em perigo: os povos amazónicos

O fotógrafo Charlie Hamilton James é fellow da National Geographic Society. «O ABANDONO DA IDEOLOGIA É UMA VIA MUITO MAIS HONESTA PARA TRANSMITIR A VERDADEIRA NATUREZA DE CADA UM.» A reportagem de capa deste mês relata as graves ameaças que pairam sobre os indígenas da Amazónia brasileira e peruana. O nosso fotógrafo, Charlie Hamilton James, passou um mês com grupos indígenas, como os awá e os guajajara. No total, passou um ano e meio na Amazónia. Falámos com ele sobre os desafios e responsabilidades de fotografar nesse contexto. Goldberg: Algumas das pessoas que fotografou na Amazónia brasileira e peruana têm pouco contacto fora das suas próprias comunidades. Como aborda as pessoas em situações como esta? Hamilton James: Podemos entrar com dois tipos de mentalidade: mostrar…

access_time20 min.
ameaçados pelo mundo exterior

Em Posto Awá, os aldeãos desfrutam de um banho matinal. As tartarugas que seguram irão, provavelmente, servir de alimento. “Foram deixados hoje de manhã”, afirma, com a convicção de um batedor veterano habituado a detectar qualquer sinal de movimento humano nestas terras fronteiriças sem lei. Um fogo ateado por awá sedentários limpa campos de mandioca junto do posto governamental de Juriti. Eles praticam uma mistura de agricultura, pesca, caça e recolecção, enquanto os awá nómadas isolados vivem sobretudo à base de caça e recolecção. Os rodados dos pneus deixados sobre a terra vermelho-sangue são profundos e recentes. Tainaky Tenetehar desmonta da sua moto para examiná-los.BRASIL Através de binóculo, observa as colinas ondulantes da savana queimada pelo fogo que se estendem até à cumeeira coroada de árvores. Aqui, numa…

access_time8 min.
perda do terreno

Desflorestação A desflorestação da Amazónia brasileira decresceu 84% entre 2004 e 2012, mas esse progresso abrandou desde então porque o governo afrouxou as restrições impostas à abertura de clareiras, sobretudo para fins agrícolas e de criação de gado. Mina de Carajás A linha férrea com 900 quilómetros de comprimento que liga a maior mina de ferro a céu aberto do mundo ao porto oceânico de São Luís passa junto do Território Indígena de Caru. Postos avançados para temas indígenas A FUNAI, a agência brasileira responsável pelos assuntos indígenas desde 1967, criou postos no campo para dar apoio aos grupos recém-contactados, oferecendo-lhes cuidados de saúde e protecção contra pressões exteriores. A maioria dos awá instalou-se nesses postos. Incêndios florestais Em terras florestadas, os fogos postos –…

access_time23 min.
o apetite da china

Um casal saboreia um chá de fim de tarde num hotel de luxo em Xangai, com vista para o novo bairro financeiro. À medida que os chineses enriquecem, os seus gostos tornam-se mais ocidentalizados. O país consome mais carne, mais lacticínios e mais alimentos processados. Esta fábrica de transformação de carne de galinha, a noroeste de Xangai, uma das maiores da China, emprega cerca de 1.500 trabalhadores e processa cerca de dez mil aves por hora. Gerida pelo Grupo CP, a fábrica abastece cadeias de restaurantes de comida rápida. Num vale seco de Gansu, no Centro-Norte da China, Jiang faz passar um tractor enferrujado sobre um monte de plantas secas que lhe dão pela altura da cintura. Enquanto estas são esmagadas, Ping, a mulher de Jiang, mergulha na palha…

access_time1 min.
apetite por mais

Mais população e mais alimentos As reformas da economia e da produção alimentar contribuíram para que a população crescente da China duplicasse a sua ingestão diária de calorias. Fome de proteínas A China ultrapassou os Estados Unidos em ingestão diária de calorias provenientes de carne, aves, marisco e vísceras. Migração urbana As cidades chinesas têm registado um crescimento aproximado de 600 milhões de habitantes desde 1980. Os migrantes procuram melhores empregos e salários mais elevados no sector industrial. CORRESPONDENDO A 0,2% DA POPULAÇÃO, OS RICOS NÃO SE ENCONTRAM REPRESENTADOS ACIMA. Mais rendimentos Metade da população chinesa integra agora a classe média mundial e centenas de milhões de habitantes ultrapassaram o limiar de pobreza.* Crescimento económico explosivo A China é uma…

access_time20 min.
senhores dos céus

A luz azul da madrugada revela os contornos sombreados do deserto da Arábia, enquanto o xeque Butti bin Maktoum bin Juma al Maktoum e o seu filho se ajoelham para orar. A AREIA ESTÁ FRIA e vêem-se os rastos das caminhadas nocturnas de uma raposa do deserto. Ali perto, as silhuetas de 12 pequenos pilares marcam a base de uma duna, no topo da qual um homem instala uma mesa para chá. Ao fundo, é possível avistar o brilho da linha do horizonte do Dubai, uma antiga povoação isolada transformada em cidade portuária hipermoderna pelo xeque Rashid bin Saeed al Maktoum, avô do xeque actual. Ao fundo, uma cascata de preocupações e obrigações aguarda o xeque Butti: decisões administrativas, negócios de imobiliário, assuntos da família real, pedidos de…

help