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National Geographic Magazine  PortugalNational Geographic Magazine  Portugal

National Geographic Magazine Portugal

Noviembre 2019

National Geographic Magazine é uma revista única no seu género. Mais de 100 anos a publicar as explorações e descobrimentos dos seus cientístas, exploradores e fotógrafos. Mais de 100 anos mantendo-se fiel ao seu compromisso de velar pelos bens culturais, históricos, antropológicos e naturais do nosso planeta.

Land:
Portugal
Språk:
Portuguese
Utgiver:
RBA REVISTAS PORTUGAL
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12 Utgaver

I DENNE UTGAVEN

access_time22 min.
dizendo o que pensam assumindo 0 controlo mudando o destino modelando o seu futuro

THERESA KACHINDAMOTO LEMBRA-SE do primeiro casamento infantil a que pôs fim, poucos dias depois de se tornar a primeira líder suprema do povo ngoni, no Sul do Malawi. Estava no distrito de Dedza e passou por um grupo de rapazes e raparigas que jogavam futebol, um acontecimento comum. Viu então uma das raparigas afastar-se do jogo para amamentar um bebé. “Fiquei chocada”, recorda. “Afligiu-me.” A mãe “tinha 12 anos, mas mentiu-me e disse que tinha 13.” Theresa Kachindamoto relatou o caso da jovem mãe, uma rapariga chamada Cecília, aos anciãos que a tinham nomeado. “Eles disseram: ‘Sim, isso é comum em todo o lado, mas agora que és chefe, podes fazer o que quiseres’.” E assim foi. Theresa Kachindamoto anulou o casamento e mandou a jovem mãe regressar à escola. Corria o ano…

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defensora da acessibilidade

Aya Aghabi morreu aos 28 anos, em Agosto de 2019. Dependente de uma cadeira de rodas após um acidente rodoviário que lhe lesionou a medula espinal, Aya Aghabi conseguiu licenciar-se em Berkeley, um dos primeiros sítios a apoiar os direitos dos deficientes. Descobriu então a independência que estava ao alcance das pessoas com cadeiras de rodas. Num país como a Jordânia onde tantos sítios são inacessíveis para os deficientes – como o Templo de Hércules, em Aman, aqui fotografado em Maio – ela tornou-se consultora de mobilidade a tempo inteiro e lançou o sítio “Jordânia Acessível” na Internet. O seu trabalho continua a fornecer guias online a jordanos e turistas com deficiência para os ajudar a explorar as ruas e o precioso património cultural do país.…

access_time5 min.
perigo progresso prosperidade

NENHUM PAÍS É PERFEITO no que toca a igualdade de género, mas é melhor ser mulher nuns lugares do que noutros. O índice “Mulheres, Paz e Segurança” procura compreender essas diferenças globais, avaliando a inclusão das mulheres na sociedade, a sua sensação de segurança e a exposição à discriminação. Segundo os dados mais recentes, têm-se registado progressos em alguns dos piores países para as mulheres, ao passo que alguns dos melhores estão a ficar para trás em indicadores fundamentais. O islamismo, à semelhança de qualquer outra ideologia política, não é monolítico, e até entre os apoiantes de um partido como o Ennahdha existe variedade de pontos de vista. Meherzia Labidi é deputada do Ennahdha e antiga porta-voz da assembleia. À semelhança de Maalej, Labidi usa véu e recorda-se da repressão religiosa…

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que histórias contariam elas sobre a vida das mulheres?

AS IMAGENS DE UM ARQUIVO constituem um registo único das épocas em que foram captadas. Quando pesquisámos pastas antigas em busca de fotografias publicadas nestas páginas, impressionou-nos a maneira restritiva como as mulheres eram então definidas. As fotografias são frequentemente belas, por vezes divertidas, tristes ou até chocantes, mas reflectem os preconceitos e hábitos de cada época. No arquivo, guardamos mais de sessenta milhões de imagens recolhidas desde a fundação da National Geographic, em 1888: imagens publicadas e não publicadas, diapositivos, negativos e chapas de vidro, entre outros formatos. É quase de certeza um dos mais abrangentes registos visuais sobre as mulheres em diferentes sociedades e culturas a nível mundial. No início do século XX, as imagens da revista – moldadas pelas limitações técnicas da fotografia dessa época e por um ponto de…

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as primeiras imagens retratavam as mulheres como modelos em cenas tradicionais.

SÓ VÁRIAS DÉCADAS DEPOIS AS MULHERES COMEÇARAM A SER APRESENTADAS NA REVISTA como os homens o eram habitualmente: cientistas, exploradoras, aventureiras e líderes. Nos primeiros tempos, eram frequentemente representadas como belezas exóticas de seios descobertos. Da década de 1970 até à actualidade, as mulheres têm aparecido cada vez mais em reportagens tão diversificadas como as suas vidas.…

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em muitos casos, os homens e as mulheres fotógrafas vêem o mundo de forma distinta.

EM 1907, A NATIONAL GEOGRAPHIC publicou uma fotografia de Eliza Scidmore, que se crê ter sido a nossa primeira mulher fotógrafa e a primeira mulher a colaborar com a revista. As fotografias seguintes foram quase sempre captadas por homens. À medida que a situação mudava, a nossa maneira de ver o mundo evoluiu. Em 2018, as mulheres fotografaram quase três vezes mais reportagens da National Geographic do que uma década antes.…

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