Cinema, TV & Música
LOUD!

LOUD!

Marco 2020

Revista mensal de música, sendo já uma instituição em Portugal após 15 anos de existência ininterrupta inteiramente dedicada à música extrema, com mais de 800,000 exemplares vendidos. É a única publicação impressa do país dedicada ao mundo do metal, tendo-se tornado não só uma influência decisiva de opinião como parte integrante do dia-a-dia das diversas tribos afectas à cultura alternativa.

País:
Portugal
Língua:
Portuguese
Editora:
Pessoal do 13- Publicacoes, Ltd
Periodicidade:
Monthly
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rendimento

Na edição passada, nesta mesma página, fizemos um apelo à arte apenas pela arte. Uma observação sobre o que se passa hoje no mundo da música, em que só vencem os mais audazes e em que, em muitos casos, quase foi necessário comer o pão que o Diabo amassou para singrar. Fazia-se, portanto, a apologia à criação só pela criação, e ao não baixar os braços no momento em que um aspirante a músico percebe que é só mais um num milhão – e que, muito provavelmente, a paixão pode nunca ser correspondida. Sim, porque convenhamos, a quantidade de gente que faz vida na música é cada vez menor – e isso é um facto. Vivemos em tempos complicados para fazer render algo que a maioria das pessoas vê como…

4 minutos
notícias

NOTICIAS@LOUDMAGAZINE.NET Os REVOLUTION WITHIN acabam de anunciar o sucessor de «Annihilation», trabalho de 2016. O novo disco do grupo de Santa Maria da Feira intitula-se «Chaos» e tem data de lançamento marcada para Maio deste ano, com selo Rastilho, desde sempre a editora do quarteto. Os mais atentos deverão ter percebido que o grupo passou por mudanças internas, sendo neste momento constituído por Raça, na voz, Matador e o regressado Adriano, nas guitarras, Manu, o novo baixista, e Tozé na bateria. Gravado entre Janeiro e Fevereiro deste ano nos Demigod Recordings debaixo da tutela do produtor Miguel Tereso, o disco contém oito faixas, além da intro. Depois de participarem, a 14 de Março, na festa de vinte anos dos GRIMLET, na Figueira da Foz, e no Lamaecum Fest, a 28 do…

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playlists

JOSÉ MIGUEL RODRIGUES COFFIN ROT – A Monument To The Dead LEECHED – To Dull The Blades Of Your Abuse RUIN LUST – Sacrifice SORT VOKER – Folkloric Necro Metal TURIA – Degen Van Licht JOSÉ CARLOS SANTOS TODAY IS THE DAY – No Good To Anyone DOOL – Summerland SPIRIT ADRIFT – Enlightened In Eternity KATATONIA – City Burials RAMMSTEIN – Sehnsucht NELSON SANTOS INTRONAUT – Fluid Existential Inversions PYOGENESIS – A Silent Soul Screams Loud TOUNDRA – Das Cabinet Des Dr. Caligari ORANSSI PAZUZU – Mestarin Kynsi IGORRR – Spirituality And Distortion PEDRO ROQUE TURIA – Degen Van Licht THE NECKS – Three LONKER SEE – Hamza BLACK SABBATH – Sabotage SKEPTICISM – Lead And Aether LUÍS PIRES BODY COUNT – Bloodlust DISMEMBER – Reborn In Blasphemy EAGLE TWIN – The Thundering Heard: Songs Of Hoof And Horn FLUISTERAARS – Bloem TURIA – Degen Van Licht MARTA LOURO DEATHWOMB – Moonless Night Sacraments TRONO ALÉM MORTE – As Portas Da…

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o grande massacre dos gatos

Em meados do século XVIII, um grupo de tipógrafos que trabalhava à jorna na oficina do burguês Jacques Vincent matou à paulada um bando de gatos que capturou em massa – alguns foram enfaticamente enforcados numa espécie de julgamento satírico nas traseiras da tipografia na Rue Séverin em Paris. Nicolas Contat, um dos organizadores desse Grande Massacre dos Gatos – como ficou conhecida a ocorrência –, deixou um minucioso relato narrado sob a identidade fictícia de “Jerome”. Nas suas palavras, foi a coisa mais hilariante que alguma vez aconteceu durante a sua estadia como jornaleiro na Rue Séverin. Este assunto foi analisado com acutilância pelo historiador americano Robert Darnton no livro «O Grande Massacre dos Gatos e Outros Episódios da História Cultural Francesa» (publicado em 1984), onde concluiu que, embora revestido…

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gaerea

Eles não dão a cara. Em palco, usam um capuz idêntico para todos, mas facilmente se distinguem dos nomes com quem partilham cartazes, face à intensidade do som que praticam. Chamam-se Gaerea, e desde o lançamento de «Unsettling Whispers» que viram o nome da banda sempre a crescer, integrando diversas digressões, incluindo uma pela China. Para o elemento que deu a voz pelo colectivo, “O ano que acabou de passar foi bastante intenso,” com o balanço feito quando tudo acalmou. “Tivemos que reflectir em tudo o que nos aconteceu enquanto artistas, e em tudo o que se avizinha.” Em relação às várias digressões e crescente popularidade, o músico afirma que “foram muito para além do que achei ser possível com aquele primeiro disco, quando o lançámos. Já não somos a…

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polaris

Oriundos da Austrália, os POLARIS podem bem ter o mérito de juntar duas facções que não têm propriamente um overlap habitual. Por um lado, mantêm as características que fizeram o metalcore um género “moderno” tão amado quanto odiado, com a voz gritada do hardcore e breakdowns bem posicionados, mesmo a antever uma movimentação selvagem do público quando os temas são tocados ao vivo. Por outro lado, há riffs verdadeiramente acrobáticos, momentos ambientais e tecnicismo a rodos, ao ponto de, sim, o termo progressivo não ser de todo descabido. O também nada unânime termo “djent” inevitavelmente ser-lhes-á atirado para cima algumas vezes, mas o feeling é muito menos “mecânico” do que é costume nessas bandas. Em suma, uma proposta invulgar, e foi por isso que o seu álbum de estreia, «The…