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LOUD!LOUD!

LOUD!

Junho 2019

Revista mensal de música, sendo já uma instituição em Portugal após 15 anos de existência ininterrupta inteiramente dedicada à música extrema, com mais de 800,000 exemplares vendidos. É a única publicação impressa do país dedicada ao mundo do metal, tendo-se tornado não só uma influência decisiva de opinião como parte integrante do dia-a-dia das diversas tribos afectas à cultura alternativa.

País:
Portugal
Língua:
Portuguese
Editora:
Pessoal do 13- Publicacoes, Ltd
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12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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clubites e quejandos

Onovo álbum dos Baroness, «Gold & Grey», que serviu de mote à entrevista de capa desta edição, é uma valente surpresa. Apesar de manter inalterado o ADN estabelecido pela banda de Savannah há mais de uma década, estas canções mostram-na a dar continuidade ao seu processo evolutivo e, acima de tudo, a tentar a todo o custo não repetir a fórmula vencedora do «Purple», ou o que quer que seja que tenham feito no passado. O que, verdade seja dita, não será grande novidade para quem tem seguido John Dyer Baizley e companhia desde que lançaram os primeiros EPs. Talvez por serem sucedâneos dos Mastodon, a par dos conterrâneos Kylesa, os Baroness assumiram, desde o início, a personalidade mutante e a vontade de derrubar as fronteiras do que é habitualmente…

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loud!

José Miguel Rodrigues, José Carlos Santos, Bernardo Serralha, Pedro Oliveira, Signoff - Consulting Unipessoal, Lda. DIRECTOR José Miguel Rodrigues [jmr@loudmagazine.net] CHEFE DE REDACÇÃO / DIRECTOR ADJUNTO José Carlos Santos [jcs@loudmagazine.net] GERÊNCIA Pedro Oliveira, Daniel Marujo COLABORADORES Carlos Guimarães, Emanuel Ferreira, José Almeida Ribeiro, José Raposo, Luís Pires, Luís Rattus, Marta Louro, Nelson Santos, Pedro C. Silva, Ricardo Agostinho, Ricardo S. Amorim FOTOGRAFIA Catarina Torres, Estefânia Silva, Jorge Botas, Pedro Almeida, Pedro Roque Capa: John Dyer Baizley DESIGN Joaquim Pedro ILUSTRAÇÕES Stebba Ósk, Pedro Silva…

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notícias

Os GROG, nome mítico do nosso underground e líderes incontestáveis do death/grind que por cá se produz, foram os grandes vencedores da edição deste ano da W:O:A Metal Battle Portugal, competição que levará uma banda lusa ao maior festival de heavy metal do mundo, na Alemanha. A concurso estavam também os Roädscüm e Diabolical Mental State. O mais recente disco do quarteto lisboeta chama-se «Ablutionary Rituals», sendo o primeiro lançamento do grupo em seis anos e descrito nestas páginas, de entre outras formas, como “mais que apenas gore; é a filosofia da morte levada ao extremo“. Composto por catorze temas, ao longo de 40 minutos, este é o quarto longa-duração da banda que já celebrou duas décadas após a infame estreia, «Macabre Requiems». Os MAXILA são um novo nome nacional, trio…

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playlists

JOSÉ MIGUEL RODRIGUES BOG BODY – Through The Burial FogIDLE HANDS – ManaSPOTLIGHTS – Love & DecaySWALLOWED – LunarterialWASTE OF SPACE ORCHESTRA – Syntheosis JOSÉ CARLOS SANTOS WEYES BLOOD – Titanic RisingRAMMSTEIN – RammsteinBAD RELIGION – Age Of UnreasonVONNIS – Bikini SeasonDEPARTURE CHANDELIER – Antichrist Rise To Power PEDRO ROQUE WEYES BLOOD – Titanic RisingLUCY IN BLUE – In FlightINSTITUTE – Readjusting the LocksASID – Pathetic FleshVR SEX – Human Traffic Jam JORGE BOTAS SABATON – he Great WarWHITESNAKE – Flesh and BloodGRAND MAGUS – Wolf GodMORBID ANGEL – DominationAMON AMARTH – Berserker LUÍS PIRES GREY AURA – 2: De Bezwijkende DeugdMADVILLAIN – MadvillainyNIHILIST – DrownedSUNN O))) – Life MetalVIRUS – Memento Collider JOSÉ RAPOSO SUNN O))) – Life MetalSWANS – CopSWANS – Children Of GodFULL OF HELL – Weeping ChoirABYSSAL – A Beacon In The Husk…

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commando

Anunciaram a gravação deste álbum já há algum tempo, e depois houve o que descrevem como “paragem forçada”. Podem resumir a linha temporal que levou a este álbum, deste o processo de composição inicial, até esta gravação a dois tempos? Rui: A primeira curiosidade deste projecto será o facto de não contactar com o José há uns 25 anos e, devido às maravilhas da tecnologia, voltámos a estar novamente em contacto. Tudo isto porque andava à procura de uma cassete de vídeo VHS Kodak (daquelas amarelas de 240 minutos que se compravam no Continente) que emprestei há meio século e que tem um concerto/festival que organizei em Arruda dos Vinhos, o Metalcore 92, com Estalada Total, Vade Retro e Enslave! [risos] Palavra puxa palavra e fico a saber que o José…

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apanhado pela própria voz

O facto de William Joyce, o epónimo Lord Haw-Haw, ter sido capturado graças à sua voz na vila alemã de Kupfermühle por dois oficiais do exército britânico que andavam a apanhar lenha será o melhor testemunho da popularidade alcançada pelas transmissões radiofónicas de propaganda nacional-socialista que fez na Alemanha a soldo do III Reich: é que o capitão que lhe reconheceu a voz e o tenente que o atingiu em ambas as pernas com um único tiro não conheciam as características físicas muitíssimo distintivas (como uma notável cicatriz no rosto, que consistia num indelével sorriso escarninho), daquele que ainda assoma na cultura popular inglesa como arquétipo do traidor – capturaram-no “de ouvido”, recordando a singular receita de fake news e provocações que manteve no ar até ao último ano da…

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