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 / Cinema, TV & Música
LOUD!

LOUD! Agosto 2019

Revista mensal de música, sendo já uma instituição em Portugal após 15 anos de existência ininterrupta inteiramente dedicada à música extrema, com mais de 800,000 exemplares vendidos. É a única publicação impressa do país dedicada ao mundo do metal, tendo-se tornado não só uma influência decisiva de opinião como parte integrante do dia-a-dia das diversas tribos afectas à cultura alternativa.

País:
Portugal
Língua:
Portuguese
Editora:
Pessoal do 13- Publicacoes, Ltd
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12 Edições

NESTA EDIÇÃO

3 minutos
de tragédias e horrores

Como comprovado pela fotografia, um momento captado pelo nosso Jorge Botas, que também assina o seu primeiro artigo de capa sozinho nesta edição da LOUD!, temos seguido bem de perto os Slipknot desde o início e, no mês em que entramos no vigésimo ano de publicação e presença nas bancas, não deixa de nos surpreender que a banda que vimos crescer continue a superar-se a cada passo que dá. No passado mês de Maio, os nove mascarados ultrapassaram mais uma meta numa carreira pautada por altos, a nível comercial, e baixos, no que às tragédias pessoais diz respeito. O vídeo-clip para o single «Unsainted» quebrou a marca antes estabelecida pelo grupo no YouTube, acumulando 4.7 milhões de visualizações. No primeiro dia em que foi colocado online. E em 24 horas.…

1 minutos
loud!

DETENTORES COM MAIS DE 5% DO CAPITAL DA EMPRESA José Miguel Rodrigues, José Carlos Santos, Bernardo Serralha, Pedro Oliveira, Signoff - Consulting Unipessoal, Lda. DIRECTOR José Miguel Rodrigues [jmr@loudmagazine.net] CHEFE DE REDACÇÃO / DIRECTOR ADJUNTO José Carlos Santos [jcs@loudmagazine.net] GERÊNCIA Pedro Oliveira, Daniel Marujo COLABORADORES Carlos Guimarães, Cátia Nóbrega, Emanuel Ferreira, Fernando Ferreira, José Almeida Ribeiro, José Raposo, Luís Pires, Luís Rattus, Marta Louro, Nelson Santos, Pedro C. Silva, Ricardo Agostinho, Ricardo S. Amorim FOTOGRAFIA Catarina Torres, Estefânia Silva, Jorge Botas, Pedro Almeida, Pedro Roque, Sónia Ferreira Capa: Alexandria Crahan-Conway DESIGN Joaquim Pedro ILUSTRAÇÕES Stebba Ósk, Pedro Silva IMPRESSÃO Jorge Fernandes, Lda. Sede do Impressor: Rua Quinta Conde de Mascarenhas, Lote 9, Vale Fetal, 2820-652 Charneca Da Caparica…

4 minutos
notícias

«No Fim Era O Frio», o novo álbum dos bracarenses MÃO MORTA, vai ser editado a 27 de Setembro pela Rastilho e, para celebrar a ocasião, a banda vai apresentar-se ao vivo no dia 28 de Setembro no Hard Club, no Porto, e no dia 11 de Outubro no LAV, em Lisboa. Nestes que serão os espectáculos de apresentação do disco, Adolfo Luxúria Canibal e companhia pretendem “recriar a distopia, dando espaço para o palco funcionar como terreiro dessa demanda de calor humano, um terreiro devastado pelo fim da civilização e pelo níveo alvor de um novo recomeço, sem outro programa para além do mantra hipnótico tecido pela música.” Segundo o mesmo comunicado, “«No Fim Era O Frio” apresenta-se como uma narrativa distópica onde conceitos como aquecimento global ou subida…

1 minutos
playlists

JOSÉ MIGUEL RODRIGUES CRAFT – Total Soul Rape DEAFKIDS – Metaprogramação GODS FORSAKEN – Smells Of Death NOVARUPTA – Disillusioned Fire TOMB MOLD – Planetary Clairvoyance JOSÉ CARLOS SANTOS CULTED - Vespertina Synaxis - A Prayer For Union & Emptiness MORTEM – Ravnsvart SCOTT WALKER – Scott WAX FANG – La La Land THE NEPTUNE POWER FEDERATION – Memoirs Of A Rat Queen JORGE BOTAS SLIPKNOT – We Are Not Your Kind SABATON – The Great War HAMMERFALL – Dominion DESTRUCTION – Born To Perish HEART OF A COWARD – The Disconnect PEDRO ROQUE ELECTRIC WIZARD – Dopethrone PAN SONIC – Kesto KEVIN RICHARD MARTIN – Sirens MILES DAVIS – Bitches Brew BLACK MIDI – Schlagenheim LUÍS PIRES KRINGA – Through The Flesh Of Ethereal Wombs KYLESA – Static Tensions LINGUA IGNOTA – Caligula UNIFORM & THE BODY – Everything That Dies Someday Comes Back UTZALU – Drowning In Sanguine Screams FERNANDO FERREIRA FINSTERFORST – Zerfall BATUSHKA – Панихида CLOUDS TASTE SATANIC – Evil…

6 minutos
quebrar o molde

Vocês alcançaram níveis de sucesso que poucos artistas australianos podem almejar no campo da música pesada, tendo arrecadado dois Arias e esgotando concertos. Isso traz pressão extra quando chega a hora de escrever? Sinceramente, nem por isso. Somos uma banda de irmãos, todos temos uma ideia clara sobre o projeto e sobre o que precisamos de fazer para evoluir estilisticamente de lançamento em lançamento. Pessoalmente, nunca ouço as pressões, a nossa base de fãs apoia-nos em todas as circunstâncias e eu acho isso óptimo. Falando ainda em prémios... Afinal, isso é algo que importa para vocês? Será que as bandas deviam estar mesmo sujeitas a competição? Os prémios fazem parte do jogo, são um passo normal na indústria da música. No que toca à música, trabalhamos sem ter a mínima ideia de quantos…

3 minutos
o violino, esse marginal

No primórdio de Quinhentos, o enigmático artista veneziano Jacopo de’ Barbari autorou uma diminuta e intrigante gravura: sob o hermético caduceu com que esse visionário assinalava esse particular estilo de expressão pictural, pode ver-se uma arcádica cena em que um absorto fauno toca um violino para a sua mulher e filho que está a mamar. Com efeito, esta estirpe de criaturas dionisíacas costuma ser representada com odres de vinho e instrumentos musicais nas mãos – e, neste período, entre o final do século XV e o despontar do XVI, o violino é, ainda, um marginal: coisa plebeia, instrumento de itinerantes e de saltimbancos; de ceguinhos, ladrões e desregradas bodas de aldeia. Contudo, a habitual pertinácia priápica dos faunos está ausente neste desenho: aqui, a música facilmente se imagina lacrimosa; mais…