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LOUD!LOUD!

LOUD! Setembro 2019

Revista mensal de música, sendo já uma instituição em Portugal após 15 anos de existência ininterrupta inteiramente dedicada à música extrema, com mais de 800,000 exemplares vendidos. É a única publicação impressa do país dedicada ao mundo do metal, tendo-se tornado não só uma influência decisiva de opinião como parte integrante do dia-a-dia das diversas tribos afectas à cultura alternativa.

País:
Portugal
Língua:
Portuguese
Editora:
Pessoal do 13- Publicacoes, Ltd
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12 Edições

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4 minutos
sui generis

Hoje provavelmente já ninguém usa esta expressão, até porque o ser humano está cada vez com menos paciência para esperar por seja o que for, mas numa altura em que nem tudo acontecia no momento, dizia-se que “quem espera sempre alcança”. E não é que é mesmo verdade? Desde o lançamento do «10,000 Days», o último álbum dos Tool, o mundo, como o conhecíamos, mudou imenso e, durante esse tempo, a banda liderada por Maynard James Keenan manteve-se num profundo e desesperante silêncio editorial. Sim, o tempo todo. Os músicos mantiveram-se também alheados de todos e quaisquer avanços tecnológicos, o que levou uma vasta legião de fãs ao desespero graças à ausência estoica das plataformas de streaming e download, e – pior! –, durante este período, que foram treze anos…

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loud!

DETENTORES COM MAIS DE 5% DO CAPITAL DA EMPRESA José Miguel Rodrigues, José Carlos Santos, Bernardo Serralha, Pedro Oliveira, Signoff - Consulting Unipessoal, Lda. DIRECTOR José Miguel Rodrigues [jmr@loudmagazine.net] CHEFE DE REDACÇÃO / DIRECTOR ADJUNTO José Carlos Santos [jcs@loudmagazine.net] GERÊNCIA Pedro Oliveira, Daniel Marujo COLABORADORES Carlos Guimarães, Cátia Nóbrega, Emanuel Ferreira, Fernando Ferreira, José Almeida Ribeiro, José Raposo, Luís Pires, Luís Rattus, Marta Louro, Nelson Santos, Pedro C. Silva, Ricardo Agostinho, Ricardo S. Amorim FOTOGRAFIA Catarina Torres, Estefânia Silva, Jorge Botas, Pedro Almeida, Pedro Roque, Sónia Ferreira Capa: Travis Shinn DESIGN Joaquim Pedro ILUSTRAÇÕES Stebba Ósk, Pedro Silva IMPRESSÃO Jorge Fernandes, Lda. Sede do Impressor: Rua Quinta Conde de Mascarenhas, Lote 9, Vale Fetal, 2820-652 Charneca Da Caparica…

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notícias

Os portuenses BLAME ZEUS já têm novo disco na calha, intitulado «Seethe». Com produção de Ricardo Fernandes e do próprio grupo, este registo foi gravado no Dynamix Studio, em Lisboa, e conta com dez temas – um dos quais, intitulado «Down To Our Bones», conta com Rui Duarte, dos RAMP, como convidado. Também presente em várias faixas, através de backing vocals, está Marco Resende, ex-Low Torque e Stone Cold Lips, agora com os The Fuzz Dogz. O disco é lançado mundialmente a 8 de Novembro e vai ter três apresentações, cuja organização estará a cargo da Notredame Productions; a saber, 9 de Novembro no Hard Club, no Porto, 16 de Novembro no RCA Club, em Lisboa, e a 30 de Novembro no bar da Associação Recreativa e Cultural de Músicos,…

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playlists

JOSÉ MIGUEL RODRIGUES CELTIC FROST – Monotheist LINGUA IGNOTA – CALIGULA METZ – Automat VALE – Burden Of Sight YELLOW EYES – Rare Field Ceiling JOSÉ CARLOS SANTOS MESARTHIM – .- -... ... . -. -.- ANCIENT VVISDOM – Mundus CHELSEA WOLFE – Birth Of Violence OPETH – In Cauda Venenum CHARLES SANGNOIR – On Fire RICARDO S. AMORIM SLIPKNOT – We Are Not Your Kind TOOL – Ænima MÃO MORTA – Primavera de Destroços AUTHOR & PUNISHER – Beastland AMIGO THE DEVIL - Everything is Fine PEDRO ROQUE UNIFORM & THE BODY – Everything That Dies Someday Comes Back GORGUTS – Obscura TOMB MOLD – Planetary Clairvoyance BLOODY PANDA – Summon INDEX – Black Album LUÍS PIRES ASVA – Presences Of Absences BLACK CILICE – Transfixion Of Spirits CABARET VOLTAIRE – Mix-Up OM – Advaitic Songs THE ARMED – Only Love ESTEFÂNIA SILVA ORVILLE PECK – Pony THE NEPTUNE POWER FEDERATION – Memoirs Of A Rat Queen PILEDRIVER – Metal Inquisition WRECK AND…

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charles sangnoir

SETEMBRO EM CHAMAS É já este mês que CHARLES SANGNOIR vai editar «On Fire», aquele que é o segundo álbum a solo de um músico nacional que conta já com uma invejável discografia, não só enquanto mentor do projecto La Chanson Noire, mas também como produtor e músico de sessão. “É o meu primeiro disco totalmente gravado em França durante um ano muito complicado,” explicou Sangnoir à LOUD!. “O blues ganhou garras e chifres de tal forma que tive dificuldade em perceber se se trataria de um disco de La Chanson Noire ou não. Acho que encontrei o ponto de equilíbrio – é meio blues, meio Chanson e tresanda a referências metaleiras.” Depois de uma estreia fortemente enraízada na tradição blues do eixo Mississipi/Chicago dos anos 40/50, neste novo registo o…

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wells valley

“O disco baseia-se no nascimento de algo tão novo quanto primitivo, na energia etérea e contínua que se expele e devora a si mesma.”– Filipe Correia Definem-se como blackened avant-garde metal, formaram-se em 2011, mas só lançaram o primeiro disco em 2015, intitulado «Matter As Regent», a que se sucedeu um EP, em 2017, de nome «The Orphic». No início, as referências passavam pelo black e doom, com algum psicadelismo à mistura. Mais recentemente, algumas abordagens menos profundas começaram a compará-los aos Gojira. Um rótulo algo preguiçoso e que só surge com o aumento de popularidade dos franceses – na realidade, se há um nome que pode servir de referência, esse será Voivod, na fase de «Negatron» e «Phobos». Influências à parte, o trio formado por Filipe Correia (voz e guitarras),…