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 / Cinema, TV & Música
LOUD!

LOUD! Outubro 2019

Revista mensal de música, sendo já uma instituição em Portugal após 15 anos de existência ininterrupta inteiramente dedicada à música extrema, com mais de 800,000 exemplares vendidos. É a única publicação impressa do país dedicada ao mundo do metal, tendo-se tornado não só uma influência decisiva de opinião como parte integrante do dia-a-dia das diversas tribos afectas à cultura alternativa.

País:
Portugal
Língua:
Portuguese
Editora:
Pessoal do 13- Publicacoes, Ltd
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12 Edições

NESTA EDIÇÃO

4 minutos
alma negra

Os italianos Lacuna Coil estão de volta à capa da LOUD! e na bagagem trazem um novo álbum, intitulado «Black Anima». Em tradução livre algo como “alma negra”, este sucessor do decepcionante «Delirium» mostra a banda a recuperar o pé, a gravar um dos álbuns mais pesados e consistentes que assinaram desde há algum tempo, e inclui um tema chamado «Under The Surface». A letra, segundo a simpática Cristina Scabbia, centra-se no “facto de que, na internet, de um lado estão as pessoas escondidas atrás de um ecrã e, do outro, uma série de gente a cobiçar a perfeição, o dinheiro, a forma física de alguém” – e não há, de facto, como evitar esta reflexão. À partida vai parecer tudo um bocado dramático, assim a frio, tinta numa folha…

1 minutos
loud!

DETENTORES COM MAIS DE 5% DO CAPITAL DA EMPRESA José Miguel Rodrigues, José Carlos Santos, Bernardo Serralha, Pedro Oliveira, Signoff - Consulting Unipessoal, Lda. DIRECTOR José Miguel Rodrigues [jmr@loudmagazine.net] CHEFE DE REDACÇÃO / DIRECTOR ADJUNTO José Carlos Santos [jcs@loudmagazine.net] GERÊNCIA Pedro Oliveira, Daniel Marujo COLABORADORES Carlos Guimarães, Cátia Nóbrega, Emanuel Ferreira, Fernando Ferreira, José Almeida Ribeiro, José Raposo, Luís Pires, Luís Rattus, Marta Louro, Nelson Santos, Pedro C. Silva, Ricardo Agostinho, Ricardo S. Amorim FOTOGRAFIA Catarina Torres, Estefânia Silva, Jorge Botas, Pedro Almeida, Pedro Roque, Sónia Ferreira Capa: Cunene DESIGN Joaquim Pedro ILUSTRAÇÕES Stebba Ósk, Pedro Silva IMPRESSÃO Jorge Fernandes, Lda. Sede do Impressor: Rua Quinta Conde de Mascarenhas, Lote 9, Vale Fetal, 2820-652 Charneca Da Caparica…

1 minutos
playlists

JOSÉ MIGUEL RODRIGUES COLD – The Things We Can’t Stop LORD MANTIS – Death Mask MGLA – Age Of Excuse RASPBERRY BULBS – Deformed Worship SECT – Blood Of The Beast JOSÉ CARLOS SANTOS ORVILLE PECK – Pony BLIND GUARDIAN TWILIGHT ORCHESTRA – Legacy Of The Dark Lands HAVE A NICE LIFE – Sea Of Worry LORD MANTIS – Universal Death Church THE DEATHTRIP – Demon Solar Totem NELSON SANTOS CATTLE DECAPITATION – Death Atlas MÃO MORTA – No Fim Era O Frio RAM – The Throne Within AVATARIUM – The Fire I Long For AMARO FREITAS – Racif JORGE BOTAS GHOST – 7 Inches Of Satanic Panic H.E.A.T. – Live At Sweden Rock Festival WEDNESDAY 13 – Necrophaze IRON MAIDEN – The Number Of The Beast KORN – The Nothing RICARDO AGOSTINHO MGLA – Age Of Excuse ALCEST – Spiritual Instinct TOOL – Fear Inoculum THE GREAT OLD ONES – Cosmicism CHELSEA WOLFE – Birth Of Violence LUÍS PIRES CARPENTER…

5 minutos
notícias

ULFBERTH é um novo nome do panorama nacional, que inclui elementos com ligações a outros projectos já bem conhecidos, como BURNING MAN, MOTHER ABYSS, MEMOIRS OF A SECRET EMPIRE, NÉVOA e ÖRÖK. «Process Of Clarity» é o disco de estreia, contendo sete temas que navegam por paisagens entre o post metal, o sludge e o black metal. Segundo os próprios, vão oferecer “uma experiência abrasiva aos ouvintes”. Gravado e misturado pelo André Gonçalves no Adrift Studio e masterizado pelo reputado Brad Boatright, o disco navega “por todas as influências acima descritas culminando num som intenso, bárbaro e emocional”. O nome do grupo vem de um conjunto de espadas encontradas em vários locais da Europa, e datadas entre os séculos IX e XI, que trazem na sua lâmina a inscrição +VLFBERH+T,…

6 minutos
hills have eyes

Já passou algum tempo desde que os Hills Have Eyes gravaram o seu último trabalho. «Antebellum» foi editado em 2015, com o colectivo “sempre a tocar até 2017,” como revela Fábio Baptista, vocalista do grupo. “A partir de 2018 sentimos a necessidade de começar a pensar num novo disco,” prossegue. “Começámos a escrever músicas novas e a trocar novas ideias, sem pressão.” Os concertos, naturalmente, diminuíram. “Sentimos mesmo que também nos ia fazer bem tocar o menos possível até ter um trabalho novo,” refere. «Never Quit», de 2017, é o single que estabelece a ponte para o futuro disco, uma espécie de marca-passo, que serviu para mostrar que ainda se compunha e que já se pensava num novo trabalho, mesmo com a banda ainda a percorrer alguns palcos. Fábio Batista na…

3 minutos
exigindo cabeças

Num encarte do primeiro tomo do tratado sobre música «Mistérios universais ou Grande arte da harmonia e desarmonia» que o polímate turíngio Athanasius Kircher publicou em 1650 pode ver-se um desenho singular: ilustrando o quinto capítulo «Dos outros tipos de vozes de pássaros», um bando de emplumados cantores exibe vozes já desdobradas em pautas musicais; entre eles, somente o papagaio se expressa alfabetizado, com a saudação grega “xaipe” que, pronunciada “kaeri”, significa “salve” – os leitores da altura não deixariam de rir, pois neste contexto trata-se do equivalente coevo do nosso actual “dá cá o pé”. Exactamente cem anos antes, Virgil Solis, insigne artista de Nuremberga, criara um vistoso baralho em que as copas são papagaios: a ave parladora, hábil em significar todas as perturbações humanas. Neste mundo setentrional, de confissões…