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National Geographic Magazine  PortugalNational Geographic Magazine  Portugal

National Geographic Magazine Portugal Junio 2019

National Geographic Magazine é uma revista única no seu género. Mais de 100 anos a publicar as explorações e descobrimentos dos seus cientístas, exploradores e fotógrafos. Mais de 100 anos mantendo-se fiel ao seu compromisso de velar pelos bens culturais, históricos, antropológicos e naturais do nosso planeta.

País:
Portugal
Língua:
Portuguese
Editora:
RBA REVISTAS PORTUGAL
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12 Edições

NESTA EDIÇÃO

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papel porque é mais sustentável?

Numa altura em que a Europa e o Mundo começam a acordar para a importância da floresta e dos recursos sustentáveis na luta contra as alterações climáticas, o papel está a conquistar um novo protagonismo. Presente no quotidiano da Humanidade há mais de 2000 anos, é nele que se escreve agora uma nova história de sustentabilidade, assente em produtos com origem em matérias-primas renováveis, capazes de substituir os de proveniência fóssil, como o plástico. Para além da sua reciclagem e biodegradabilidade enquanto produto, o papel está também no centro de uma atividade produtiva que contribui para a florestação e que não vive sem a gestão sustentável deste recurso natural, que é fundamental na retenção de carbono feita pelas árvores e na mitigação das emissões poluentes. As florestas sustentáveis da The Navigator…

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exploração animal

AS PESSOAS AMAM OS ANIMAIS. Na National Geographic, sabemo-lo com conhecimento de causa: as fotografias de animais estão entre as mais apreciadas pelos nossos seguidores das redes sociais e ajudam imenso a direccionar tráfego para o nosso site. Nas páginas da revista, naturalmente, os animais são igualmente figuras importantes desde o primeiro dia em que começámos a publicar fotografias nesta revista. Com frequência, porém, esse amor pelos animais pode levar as pessoas, inconscientemente, a magoá-los. Este mês, exploramos a próspera indústria do turismo de fauna selvagem, uma actividade que permite aos viajantes apreciarem e apoiarem os animais quando é feito de forma apropriada, mas que também pode ser um negócio de exploração com consequências terríveis quando tal não acontece. Enviámos a jornalista Natasha Daly e a fotógrafa Kirsten Luce numa viagem à…

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um novo olhar sobre o pórtico

Quando se saía de casa, isso acontecia provavelmente porque alguma destas fatalidades se aproximava da sua porta. No entanto, foi nesta mesma Europa, durante os séculos que seriam designados como Idade Média, que se iniciou e foi concluído, em todo o seu esplendor, um longo caminho até um recanto isolado de uma península em convulsão, a mais ocidental do continente. Os audazes que empreendessem essa viagem até um dos confins da Terra, os finis terrae, obtinham uma recompensa tão extraordinária como a própria viagem: chegavam a Santiago de Compostela, lugar de repouso dos restos mortais de um dos mais dilectos apóstolos de Jesus Cristo. Por essa razão, o esforço de uma longa viagem para prestar homenagem era considerado uma garantia de intercessão junto de São Jaime (outra das variantes do seu…

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nos confins do ocidente

A partir da Idade Média, o culto ao apóstolo Santiago – cujo túmulo, segundo a tradição cristã, se encontra na extremidade noroeste da Península Ibérica – originou uma rede de rotas de peregrinação conhecidas como o Caminho de Santiago. Peregrinos de toda a Europa acabaram por consolidar uma plataforma de intercâmbio cultural que determinaria os estilos da arquitectura e das artes plásticas da época. Artesãos de diversas origens trabalharam na construção da catedral no coração da cidade. Entre 1168 e 1188, Mestre Mateo acompanhou a monumental conclusão da obra, na fachada virada a oeste. Embora muitos autores outrora pensassem que o fez a partir dos alicerces, preservando o desnível do terreno, hoje pensa-se que Mateo aproveitou uma estrutura previamente existente e a remodelou para lhe dar o seu espectacular aspecto…

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obra-prima do românico

No tímpano central do Pórtico da Glória, a figura do Cristo em Majestade, rodeada pelos quatro evangelistas e pelos bem-aventurados, preside a um complexo programa iconográfico, com a Jerusalém Celeste e a salvação humana como eixo temático principal. Num plano inferior e na arquivolta, anjos e anciãos com instrumentos musicais proclamam a glória do Senhor. As estátuas-colunas laterais são uma galeria de personagens (profetas do lado esquerdo, apóstolos do lado direito) que se prolonga até à contrafachada. Segundo a tradição popular, Mestre Mateo auto-retratou-se na figura que está atrás do mainel do Pórtico, conhecida como Santo das Cabeçadas (em cima). Em 2005 foram proibidas as famosas cabeçadas, que peregrinos e estudantes davam na cabeça da escultura para se imbuírem do espírito e das virtudes de Mateo. À direita, uma fotomontagem realizada…

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a cor através do tempo

“A policromia era norma no românico e no gótico”, explica Ana Laborde, mas o Pórtico da Glória era excepcional, mesmo num contexto em que existiam relevos policromados em todas as igrejas e catedrais, em maior ou menor escala. O Pórtico foi feito “para transformar Santiago num centro de referência” e, como tal, ninguém olhou a despesas. Não só se fizeram esculturas extraordinárias, como se utilizou “uma quantidade incrível de ouro puro e de lápis-lazúli como não se encontra em nenhuma outra obra”. O resultado, como podemos ver na imagem virtual à esquerda, era de uma riqueza cromática difícil de igualar. Infelizmente, era também difícil de manter.Com o tempo, tornou-se necessária uma primeira intervenção no século XVI e outras duas nos séculos XVII e XIX, com materiais de qualidade muito inferiores…

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